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Mostrando postagens de 2026

Super Mario Galaxy - O Filme (2026)

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Novamente, devo exaltar minha infância, quando eu ficava tardes inteiras jogando Super Mario Bros. Porém, eu nunca tive a oportunidade de jogar um Nintendo 64. Mas, eu já joguei Nintendo Wii, com o Mario Kart. E posso dizer que foi uma sensação memorável. Depois de lucrar mais de 1 bilhão de dólares com o primeiro filme, novamente fizeram Super Mario Galaxy, baseado no mesmo jogo do Nintendo Wii. E, dessa vez, a aventura será no espaço. A Princesa Rosalina foi sequestrada pelo Bowser Jr., que quer destruir o Universo. Mas, primeiro, ele quer resgatar seu pai, que foi aprisionado pela Princesa Peach, no Reino dos Cogumelos. É lá que Mário e Luigi vivem, após derrotar o Bowser e salvar Brooklin. Durante sua jornada, eles encontram Yoshi, um pequeno dinossauro simpático e comilão. Voltando ao tema, Peach fica sabendo do sequestro da Rosalina e parte, junto com Toad, para o resgate. Mario e Luigi também vão salvá-la. E é aí que entra mais um componente (e também cria da Nintend...

Motörhead - No Sleep Til' Hammersmith

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Lemmy Kilmister escreveu em 2002: "Essas coisas de vírus vão continuar se fortalecendo porque a cada cinco anos surge uma cepa nova com a qual ninguém tinha contado, e um dia um desses vírus vai matar metade do planeta". Só por essa frase, o Imortal Lemmy havia profetizado a catástrofe que o mundo sofreu, em 2020. Se ele estivesse vivo, talvez ele teria se sucumbido à Covid-19. Porém, ele morreu antes de ver a metade da população morrer doente, em suas casas. Estou contando isso porque eu nunca tive a oportunidade de ver o Motörhead ao vivo, em suas 9 passagens pelo Brasil. Quem viu, pode se considerar um afortunado. Mas, se existe um disco que resume o poder de fogo da banda é No Sleep Til' Hammersmith, de 1981. O Motörhead vinha de uma turnê do seu disco Ace of Spades (1980), e resolveu gravar material para seu full lenght. Como era muita coisa, foram fazer um disco simples. Vale ressaltar que nenhuma música foi gravada no Hammersmith Odeon. Começar a bolach...

Miles Davis - A Autobiografia

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Já dizia a máxima: "dois bicudos não se beijam". Se tivessem, numa mesma mesa (se estivessem vivos!), Miles Davis, Jimi Hendrix, Little Richard e Prince, o que seria da música, hoje em dia? Acho que, com toda a certeza, a Maior de todas! E é com essa introdução que falo da Autobiografia do Miles Davis, que foi lançada pela Belas Letras. O livro teve a colaboração fo jornalista Quincy Tourpe, que chegou a entrevistar o músico, nos anos 80. Esse livro, escrito pelo próprio Miles, em 1989 (dois anos antes de sua m0rt3, em 1991), fala sobre a sua vida, no interior dos Estados Unidos. Ele conta sobre a família, as suas primeiras experiências musicais, as colaborações com inúmeros artistas, o R4c1sm0 que enfrentou em toda a sua vida musical e pessoal... Mas, é na música que ele fez bonito, com seus mais de 200 discos que ele lançou, contando com suas participações, discos solos, ao vivo e discos póstumos.  Como todo músico, ele também caiu na armadilha, chamada dr0g4s. ...

A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel

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O Red Hot Chili Peppers é um dos grupos de rock mais bem sucedidos de todos os tempos, sempre com shows lotados e atrações principais em diversos festivais, além de ser vencedor do Grammy, milhões de discos vendidos e clipes com bilhões de visualizações no YouTube. MAS, o começo não foi fácil. E isso tudo foi mostrado no documentário A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel, que está disponível na Netflix, desde 20 de março. Flea e Anthony Kieds deram seus depoimentos sobre o começo da banda, além da sua relação com o antigo guitarrista e amigo Hillel Slovak. Seus passeios, as aventuras, as festas, o começo do gosto pelo rock foram fundamentais para a criação do RHCP. Os primeiros discos tinham aquela pegada Funk com o Rock e Metal, tudo isso sob influência do George Clinton, que produziu o segundo disco deles. Parecia que estava tudo bem. Porém, aquele inimigo traiçoeiro passaria a incomodar os planos: se chamava D-R-0-G-@-S! E a sua vítima era Slovak. Além d...

Ereboros - EP auto-intitulado

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Oriunda do "Hell" de Janeiro, berço de inúmeras encarnações do Metal, como Dorsal Atlântica, Metalmorphose, Necromancer, Taurus, Hicsos, Unearthly e LAC, a banda Ereboros lançou, em 2023, seu auto-intitulado EP. Com fortes influências de Behemoth, Nile, Morbid Angel e Deicide, a banda despeja 5 faixas diabólicas. Não é à toa que Karl Sanders convidou essa banda para abrir seus shows em 2026. Potencial tem de sobra. Esperamos que Ereboros regurgita seu full-lenght, para desespero dos cristãos ortodoxos e euforia pra seus fiéis seguidores do oculto.

Sábado com Grindcore à moda Brazuka

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O sábado sempre foi um dia para curtir o fim de semana, depois de segunda à sexta cheia de obrigações do cotidiano. E nada melhor do que curtir um show de Grindcore, com as bandas Facada e D.E.R., em pleno Sesc Belenzinho. Enquanto as duas bandas estavam fazendo a passagem de som, várias famílias estavam comendo de boa. Ao testar a microfonagem, ouvia-se as crianças gritando para pararem com o "barulho". Claro que, mesmo com as coitadas das crianças chorando e não aguentando o som tenebroso, saibam que o soundcheck é parte do trabalho dos artistas. Ou seja,SÓ estavam fazendo o trabalho deles. Só isso. Chegada às 19h30, o público compareceu em peso, antes para conferir o merchandising das duas bandas. É claro que os integrantes estavam lá na banca para vender seus produtos. Quando soou às 20h30, o áudio mecânico anunciou as duas bandas presentes. E, por incrível que pareça, dividiram o mesmo palco, com duas baterias montadas. A cearense Facada estava di...

ROT/Facada - Entre a Sincronia Com o Fim do Mundo

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Recado muito importante à quem possa se interessar: esse disco não é indicado para quem ouve MC PIpokinha, Manu Batidão e Oruam! Dito isso, vamos ao que interessa, de verdade! Duas das mais importantes vertentes do som extremo underground Brazuka se uniram para criar uma bomba-relógio prestes à detonar seus tímpanos. ROT e Facada lançaram, em 2025, o split Em Sincronia Com o Fim Do Mundo. Com 22 faixas, o disco promete ser um despertador ambulante pra quem quiser acordar no pique para enfrentar o mundo que nos prepara. A paulistana ROT regurgita 14 "baladas" com sabor de enxofre, testemunhando a desgraça da humanidade. Enquanto a cearense Facada termina o genocídio com 8 canções com cheiro de jabá podre, com direito à um reggae pra terminar. Realmente, ninguém está imune à tanta podreira sonora. Vão ouvir Ana Castela, por favor!

Al Pacino - Sonny Boy

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Nas palavras do seu amigo Heathcote Williams, "a fama é a perversão do instinto natural humano de querer validação e atenção". Foi com esse pensamento que conhecemos o talento do ator Al Pacino, que conta em sua autobiografia Sonny Boy. Nascido e criado no Bronx, em Nova York (EUA), o "filhinho" foi criado pela sua mãe superprotetora, depois de se separar do seu marido. O pequeno Al cresceu em meio à marginalidade com seus amigos, passando por muitos perrengues. Mas, sua vida mudou quando entrou na Escola de Artes Cênicas. E foi no Teatro que sua personalidade se intensificou. O que, realmente, foi o seu auge, foi no cinema, quando atuou em diversos filmes, como Sérpico, Um Dia de Cão, a trilogia de O Poderoso Chefão, O Espantalho, Scarface, Vítima de uma Paixão e O Pagamento Final. Al conquistou plateias com personagens intensos e sinistros, como Michael Corleone, Tony Montana e o rabugento Frank Slade, do filme Perfume de Mulher, no qual ganhou seu Osc...

Zumbis do Espaço - A Fúria Selvagem

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Se você é fã de filmes de terror e curte punk rock à moda Brazuka, essa banda você vai gostar. E se chama Zumbis do Espaço. No ano passado, lançaram A Fúria Selvagem, com aquela mistura de Punk, Metal, filmes de terror e música brega, estilo Reginaldo Rossi e Odair José. O disco começa com a intro Surf Sangrento, no melhor estilo Beach Boys do inferno, para, a seguir, com Fúria Selvagem. Ouvindo todo o disco, dá pra sacar que a banda não está de brincadeira (ou está?), pois Tor Tauil (vocal), Rafael Romanelli (guitarra), Guilherme Martin "Guillas" (bateria) e Luiz Tavares "Gargoyle" (baixo) beberam querosene com limão podre num boteco fedorento e compuseram esse LP. O final pode ser uma "homenagem" ao Ultraje A Rigor, com A Canção da Loucura Que Sobra, pois o começo lembra muito o Nós Vamos Invadir Sua Praia. Realmente, uma trilha sonora para a sexta-feira 13.

Scott Weiland - Não Estou Morto Nem À Venda

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No Rock, tem aquela frase que se aplica à tríade Sexo, Drogas & Rock'N Roll: "viva rápido e morra cedo". Pode ser clichê essa frase,mas, testemunhamos muitas mortes de astros do Rock, em diversas circunstâncias. Nos anos 90, no auge do Grunge, tivemos grandes ícones, que, com o passar dos anos, também sucumbiram aos excessos. E um deles foi Scott Weiland. O vocalista escreveu sua autobiografia, intitulada Não Estou Morto Nem À Venda, em 2011, quatro anos antes dele falecer, devido à uma overdose acidental. E a Editora Belas Letras lançou esse livro, para saber, em suas palavras, sobre sua vida. Scott sempre viveu sob vícios, @bVs0s, violência, dramas, mas, o Rock sempre foi seu catalisador de curar suas feridas. Quando resolveu ser vocalista, seja no Stone Temple Pilots ou no Velvet Revólver, ele levou toda sua experiência mal acostumada para os palcos e nos discos. Mesmo sendo pai e tentando se livrar do vício, Scott viveu dando seus bolas-foras e prejudi...

Fevereiro termina com lançamento do Válvera

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Fotos: Rodrigo Noé de Souza Fotos do Válvera: Caike Scheffer O mês de fevereiro foi bem puxado para o fã de Rock/Metal, em São Paulo. Mesmo com o avanço dos blocos de rua e os desfiles das escolas de samba, os headbangers querem terminar o mês com um show de verdade. E o Burning House promoveu o show da banda Válvera, que está lançando seu 4º disco, Unleashed Fury. Ao lado deles, estavam Flageladör, Debrix, Laboratori, The Heathen Scÿthe e 3 Pipe Problem. Quando soou às 18h00, a casa abriu e lá dentro estavam começando a montar as bancas de merchandising. O local inicialmente estava quase cheio, quando a primeira banda, a 3 Pipe Problem, subiu no palco. Com um som praticamente diferente, a banda fez bonito, ao misturar Rock, Metal, pós-Punk e Funk. O momento mais festivo foi quando tocaram a cover de Faith No More, From Out to Nowhere. Óbvio que a sonoridade do 3 Pipe é semelhante ao da banda americana. Mas, foi um gol de placa ter escalado eles. A próxima banda...

Gojira - Fortitude

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Se tem uma banda que mais ficou engajada com os problemas globais da Humanidade, essa é a Gojira. Os franceses sempre impressionam, em seus álbuns, com uma qualidade ímpar, seja instrumental ou lírica. No seu 7º disco, Fortitude, eles conseguiram dar um salto de qualidade sonora. Joe Duplantier produziu esse álbum, com a mixagem de Andy Wallace, e foi gravado entre 2018 e 2020, quando ocorreu a Pandemia da Covid-19. Quam acompanha a trajetória da Gojira, sabem que eles sempre foram ativistas com as causas naturais e do Meio Ambiente. E, com Fortitude, não foi diferente. Faixas, como Born Gor One Thing, Another World, The Trails, Gring e Hold On, mostram o peso descomunal que os irmãos Joe e Mario Duplantier, além de Christian Andrieu e Jean Michel Labadie praticam. Se é pra falar de uma música que resume o atual momento que o mundo enfrenta é Amazonia. Com toda a certeza, os ensinamentos do Sepultura foram o suficiente para que Joe compusesse essa música. Sem falar do clipe...

Kill Bill - The Whole Bloody Affair (2025)

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Quentin Tarantino sempre quis exibir seus filmes, da maneira como ele queria. Porém, a indústria cinematográfica resolve estragar seus planos mirabolantes. Apenas para que o público não fique enjoado e perca milhões de dólares em bilheterias. Um dos projetos do Mestre foi exibir, sem cortes e divisões, o seu 4º filme, Kill Bill, exibidos em dois volumes, entre 2003 e 2004, respectivamente. Quem já viu (diversas vezes!), sabe da epopeia da Noiva, que se vinga do seu ex, o Bill, e do Esquadrão das Víboras Mortais, que massacraram as pessoas, num casamento, no Texas. A Noiva fica em coma, durante 4 anos. Quando acorda, ela descobre que seu bebê não estava em seu ventre. Aí, ela se entope de fúria e mata todos, com sua espada de samurai. (Quem quiser saber detalhes, visita o blog e veja as resenhas dos dois volumes.) Uma coisa que eu admiro no Tarantino é que ele sempre ousou a violência estilizada em suas obras-primas. Mas, na sua versão completa e longa, com o título The Whol...

The Heathen Scÿthe - EP auto-intitulado

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Pensa numa banda, com músicos talentosos, músicas bem executadas, nos remetendo aos tempos antigos. Pensou? E se essa banda for brasileira? Acertou quem adivinhou The Heathen Scÿthe. Com um time desses, eles gravaram um EP auto-intitulado, com seis faixas épicas e fantasmagóricas. Destaque para a música que dá o nome da banda, The Offering, Welcome (to The Dead) e Spiral Dance/The Egregore. O som seria uma mistura de Folk, Pagan, Industrial e Power Metal. Do jeito wue os europeus adoram. Fico imaginando nos shows, quando o público começa a imitar os remos em uma embarcação viking, no melhor estilo Amon Amarth. Nada como ouvir uma banda original, como The Heathen Scÿthe.

Damn Youth - Breathing Insanity

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Formada em 2013, na longínqua cidade de Caucáia (CE), a banda Damn Youth pratica um Thrash Metal/Crossover, totalmente influenciado por Anthrax, S.O.D., Nuclear Assault, Suicidal Tendencies, Exodus e D.R.I., além das brasileiras Attomica e Violator. Breathing Insanity (2018) é o primeiro full-lenght da banda, e pelo som, dá pra sacar que o convite ao "mosh nosso de cada dia" está feito. São 14 faixas (incluindo a bonus Insurrection) explosivas, que dão vontade de se jogar no penhasco, de cabeça até rachar o crânio e inundar o rio todo de sangue. Não perde seu tempo de baladas açucaradas e prove o gosto letal do Thrash Metal nordestino.

Passado e Presente no fim da Folia Paulistana

Passado a folia e os blocos, a Cidade de São Paulo, novamente, foi palco do Metal Extremo, com a realização do Overload Beer Fest, no dia 21 de Fevereiro, no Carioca Club. E a noite promete ser uma fusão do passado com o presente, pois as atrações são de dar água na boca, com Obituary, Vulcano, Eskröta, D.E.R. e Cemitério. Antes disso, na sexta-feira, os ingressos estavam esgotados, com certeza absoluta de que a casa estaria mais cheia. Afinal, o Carioca Club tem estrutura impecável, com direito à área livre para todos tomarem um ar e fumar um cigarro. Quando soou às 17h00, o público entrou e, alguns ficaram na frente do palco, outros resolveram andar pelas dependências e conferir as bancas de merchandising. Entre elas, estavam o da Overload, com caixas de CDs importados, camisetas customizadas e copos oficiais do festival, além de área de comidas e bebidas. Ponto positivo para a organização da Overload. A primeira banda foi a Cemitério, com seu Death Metal cantado em português e músic...

Falchi - Solace

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O ano de 2026 será O ano da Jéssica Di Falchi. Depois de percorrer o mundo com a Crypta, e tocar com os americanos do Tool, a talentosa guitarrista resolve explorar seus horizontes e mostrar que é uma guitarrista completa. O motivo? Ela lançou seu primeiro registro solo, o EP Solace. Foi lançado o primeiro single Moonlace, com direito à vídeoclipe. Com influências de Kirk Hammett e Steve Vai, Jéssica explora um Metal moderno, com camadas de progressivo e com a técnica de wah. Depois, lançou seu segundo single, Sunflare, que é totalmente influenciado no Progressivo, sendo o mais conhecido o Pink Floyd. Jéssica faz sua guitarra cantar, no melhor estilo David Gilmour. Essa música nos faz ver o pôr do sol e se encantar com a beleza monumental. Em seguida, ela lançou seu 3º single, o Sweetchasm PT. 2, com um som mais pesado, calcado no Thrash Metal, totalmente influenciado pelo Metallica.  Aliás, ela ficou conhecida, através de seus vídeos tocando clássicos da banda american...

Pavilhão 9 exorcizado os demônios

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Texto e fotos por Rodrigo Noé de Souza Em meio à época de Carnaval, a cidade de São Paulo foi palco para prestigiar o melhor da música independente. no Sesc Avenida Paulista, foi realizado o show da banda Pavilhão 9, entre os dias 11 e 12 de fevereiro. Com um clima totalmente diferente do que ocorre no local, o show foi realizado no 13º andar. Ao som do fundo, tocavam músicas do Rage Against The Machine, enquanto na banca de merchandisings, haviam muitas camisetas e blusas customizadas da banda. Quando soou às 20:00, o DJ MF tocava um som anunciando o massacre, que foi Grito de Liberdade. Os vocalistas Rhossi e Doze estão em plena forma, mantendo a banda mais viva do que nunca. Depois, vieram Tudo Por Dinheiro e Trabalhador, pra plateia vir à loucura. Em seguida, tocaram Trilha do Futuro, Lados Opostos e Opalão Preto. Pra se ter uma ideia, o Pavilhão 9 sempre foi uma banda independente, apesar de terem assinado com a Warner Music. Seu maior feito foi terem tocad...

Blades of Steel - o disco auto-intitulado

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O Blades of Steel foi formado em 2022, mas, somente em 2025, lançaram seu disco de estreia auto-intitulado, para a alegria dos true fãs do Metal forjado no aço e espadas. A capa, sob a autoria de Rafael Romanelli (que também tocou guitarra na banda) nos remete às guerreiras místicas e medievais, como a Red Sonja, parceira do Conan, o Bárbaro. O disco é uma declaração de guerra contra as modas ruins, que infectam nossos ouvidos. Yara Haag comanda a tropa, empunhando sua espada, além de ser uma vocalista perfeita. Atualmente, o Blades desbrava as terras com seu Metal verdadeiro, para deleite dos devotos do som pesado.

O Livro do Disco: Sepultura - Chaos A.D.

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Se o Roots (1996) foi fundamental para que o Sepultura ganhasse projeção universal, com toda a certeza, Chaos A.D. (1993) foi o divisor de águas para que a banda mineira conquistasse o mundo todo. E foi com essa história que Vinicius Castro escreveu sobre o disco, lançado ano passado pela Editora Cobogó, na coleção O Livro do Disco. Todo fã sabe de cor a trajetória do Sepultura, quando se iniciou em 1984, com os irmãos Max e Iggor Cavalera, ao lado de Paulo Xisto e Jairo Guedz. Depois, com a saída do Tormentor, veio Andreas Kisser. Foram falados os primeiros discos, como Bestial Devastation, Morbid Visions, Schizophrenia, Beneath The Remains e Arise. Até chegar ao ponto mais importante. No livro, foi falado a escolha do produtor, o estúdio, as influências, as composições, os truques, etc. Sem falar que foi abordado, faixa-a-faixa, cada detalhe não foi ignorado. Neste blog, já falamos do disco todo (se puderem conferir, serão grato!). Mas, o que importa é que ele foi uma esc...

Bloco do Esquadrão da Tortura incendeia o Sesc

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Numa sexta-feira de Carnaval, dia 13, não é só folia e samba no pé. O dia 13 de fevereiro marcou, também, o 56º aniversário de lançamento do álbum de estreia do Black Sabbath, que deu o ponto de partida para a criação do Heavy Metal. 56 anos depois, o estilo foi homenageado pela banda paulistana Torture Squad, que fez um show no Sesc Bom Retiro. Com o público chegando aos poucos, mesmo com a cidade tomada pelo temporal, os portões se abriram à partir das 19h00, enquanto, do lado de fora, estava sendo montado a banca de merchandising. Entre os produtos, estavam à venda os CDs de Falchi, projeto-solo da guitarrista Jéssica Di Falchi, que foi a convidada do show. Foto: Vini Vieira (@vinivieirafilmmaker) Entre os assuntos mais comentados, estão a "possível" ida da vocalista Mayara Puertas à banda Arch Enemy, que vai se apresentar no dia 25 de abril, no Bangers Open Air. Porém, um fos fãs me mostrou um vídeo da própria Mayara dizendo que NÃO será vocal da banda sueca,...

Machine Head - Through The Ashes of Empires

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Depois de experimentar o puro suco do Nu-Metal, o Machine Head resolveu se redimir com seus antigos fãs e voltar a tocar o Groove Metal, dos tempos do Burn My Eyes. Então, Robb Flynn, Dave McClain e Adam Duce chamam o Phil Demmel para gravar Through The Ashes of Empires, em 2004, com produção do Robb e mixagem de Colin Richardson. Começando com Imperium, o disco mostra o poder de enxofre exalando nas entranhas. Bite The Bullet é introduzida por Dave. Várias faixas nos remetem ao Groove Metal fos anos 90, em que Sepultura, Pantera, Biohazard, Prong e Ministry eram as bolas da vez. Mas, também têm muitas influências do Metal Americano dos anos 2000, com bandas, como Killswitch Engage, Lamb of God e Hatebreed. Robb Flynn e Phil Demmel retomaram a parceria, dos tempos do Vio-Lence. Um belo recomeço para o Machine Head.

Machine Head - Carthasis

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Quando o Robb Flynn veio ao Brasil para a terceira apresentação do Machine Head, ele disse em uma coletiva online, que ouviu um depoimento de um fã que, ao ouvir a faixa Carthasis, ele se livrou do suicídio. Aquilo mexeu muito com o líder da banda. Lançado em 2018, o nono disco, Carthasis, mostra que, após o auge avassalador dos discos antecessores, a criatividade parece um pouco desgastada. Há momentos bons, como a própria faixa-título, Volatile, Kaleidoscope e Beyond The Pale. De resto, apenas faixas relevantes e sem muita empolgação. O que não quer dizer que é um disco ruim. Mas, pouco inspirado. O que é uma pena também é que Carthasis é o último disco com a participação do baterista Dave McClain e do guitarrista Phil Demmel. O disco vem com um DVD bônus, de um show ao vivo, gravado em Regency Ballroom, em São Francisco/CA (EUA), em 21 de fevereiro de 2015, na turnê do disco Bloodstone & Diamonds. Aquele show mostra o poder de fogo do Machine Head.

New Democracy - The Plague

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O Antigo Egito sempre foi tema para o Heavy Metal, no âmbito geral. Basta ver a icônica capa de Powerslave, do Iron Maiden, além da banda de Death Metal Nile, cujos álbuns falam desse tema, abertamente. Mas, também, existe uma banda que também abraçou essa ideia. E foi a mineira New Democracy, que lançou, em 2022, o segundo disco The Plague. Totalmente conceitual, o disco aborda sobre a civilização egípcia, evocando os deuses e os faraós. Além do som, totalmente influenciado por In Flames, Soilwork, Gojira, Behemoth, Dimmu Borgir. Tomara que as pragas não corroam nas almas dos integrantes.

Noite de folia metálica no Burning House

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Colaborou Johnny Z (Metal na Lata) Fotos: Rodrigo Silva Faustino Em pleno domingo — ora ensolarado, ora nublado com garoa — a cidade de São Paulo promoveu, em pleno Carnaval, diversos blocos de rua espalhados por vários pontos da capital. Mas o fã de Metal não está nem aí para fantasias (ou para sair quase sem roupa, como a maioria dos foliões!). No dia 8 de fevereiro, aconteceu a segunda edição do Dark Dimensions Fest, reunindo as apresentações das bandas consagradas Forbidden, Vio-Lence, Venom Inc., com abertura da brasileira New Democracy. Enquanto o público começava a chegar, era possível ver integrantes das bandas passando o som, saindo da casa para fumar um cigarro ou tomar um ar na rua, além de trocar rápidas palavras com os fãs e tirar fotos. Tudo na maior simpatia, exatamente como todo fã — e qualquer ser humano de bem — deseja. Palmas para todos, que foram extremamente solícitos e, na maioria das vezes, tratavam os fãs como velhos amigos de décadas. Esse é o espírito que o Me...

Fatos de TV: Show da Noite - a Noite "aziaga" que acabou com o programa.

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Foto: Memória Globo Na história da TV brasileira, houve vários imprevistos e, também, tragédias anunciadas. Quem se recorda quando, em 1986, no SBT, o apresentador Flávio Cavalcanti passou mal durante seu programa e foi levado ao hospital em seguida? No seu lugar, Wagner Montes assumiu o posto, mas, horas depois, o grande apresentador morreu devido ao infarto fulminante. O SBT ficou fora do ar, devido ao ocorrido, em respeito ao Flávio Cavalcanti. Porém, esse caso NÃO foi o único na TV. Vamos voltar em 1965, quando a TV Globo foi inaugurada, em 26 de abril. Um dos primeiros programas foi o Show da Noite, apresentado pelo ator e dramaturgo Gláucio Gil. Foi um programa de entrevistas com presença do auditório, além de quadros aleatórios. O programa recebeu inúmeros convidados, como Baden Powell e Vinicius de Moraes. Além de um quadro na Quarta-feira, com a presença de Dick Farney. A direção do programa ficava por conta de Wilson Rocha e o roteiro com a colaboração de Haroldo ...