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Mostrando postagens de março, 2021

Chaves - Foi Sem Querer Querendo

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Em 2020, o mundo (inclusive o Brasil) ficou triste, com o fim da transmissão do seriado Chaves. Os fãs, novamente, ficaram órfãos, decepcionados, com direito a ameaças de boicotar o SBT e outras emissoras, que deixaram de passar os programas do Chespirito. Antes disso, os jornalistas Luís Joly, Fernando Thuler e Paulo Franco tiveram a ideia, durante a faculdade, de fazer um TCC sobre a série mais famosa do México, com direito a curiosidades que marcaram o Chaves, além do Chapolin Colorado e outros personagens. Por isso, surgiu o livro Chaves - Foi Sem Querer Querendo. Todo fã (eu, inclusive!) tem a obrigação de ler e acompanhar a trajetória da criação do seriado. Muitas histórias, envolvendo o SBT, a repercussão, em termos de audiência, os produtos que foram lançados... Tem pequenas biografias dos artistas da série e seus personagens, alé dos bordões e frases de efeito, que, de tanto repetirem, continuam arrancando risos. Sem falar das curiosidades, que envolvem toda a trama do program...

Biografia da Televisão Brasileira

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Em 2020, a televisão brasileira completou 70 anos, no dia 18 de setembro. Todos sabem dessa história de, quando Assis Chateaubriand inaugurou a TV Tupi, em São Paulo. Porém, o que ninguém sabe é, se o Brasil foi o primeiro país latino-americano a inaugurar a mágica, que conhecemos muito bem. Para contar, em detalhes, os bastidores dessa importante história, os jornalistas Flávio Ricco e José Armando Vanucci escreveram A Biografia da Televisão Brasileira, lançada em 2016, com a capa feita por Hans Donner. Contendo dois volumes, numa caixa, o livro retrata tudo o que aconteceu em 1950. As primeiras emissoras, os programas, os artistas, as curiosidades sobre como fizeram tudo ao vivo, no improviso, sem deixar gravado. Nos anos 60, era a formação das redes de TV, mesmo o advento do Regime Militar, em que a TV teve de se adequar à restrições da censura, que estava comendo solta. As novelas, que tomaram conta do imaginário dos telespectadores, dos anos 60 até o terceiro milênio, o jornalismo...

Caubói do Inferno - Vida e Morte de Dimebag Darrell

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Existem aqueles ídolos que viveram seu próprio mundo, mas que fizeram seu mundo um lugar melhor. Para todos em sua volta. E uma dessas pessoas se tornou um ícone: Dimebag Darrell. Ele é o foco da sua biografia Caubói do Inferno - Vida e Morte de Dimebag Darrell, lançado pela Estética Torta. O livro, escrito por Zac Crain, conta, em detalhes, tudo sobre a trajetória de um dos maiores guitarristas da sua geração. Desde seu nascimento, no Texas, sua criação (musical), com a ajuda do seu pai e seu irmão Vinnie Paul, a sua primeira paixão pela guitarra, a criação do Pantera, os primeiros (e sinistros) discos, os primeiros shows. Até que, um certo Phil Anselmo, mudou todo o percurso musical da banda, tornando-se o que conhecemos. O sucesso batendo na sua porta, a consagração, além de muito álcool envolvido. Tudo "culpa" do Dimebag. O livro tem, como intenção, mostrar o quanto o guitarrista era querido e amado por todos, em sua volta. Sempre brincando e fazendo todo mundo ficar chap...

São Pedro deu trégua no show do AC/DC

Dia 27 de Novembro de 2009, eu fui no Morumbi (SP) para ver o AC/DC, que estava divulgando o seu disco Black Ice. Eu estava, ainda, de luto, pela morte da minha mãe. E eu queria me divertir, para passar a dor que eu sentia. Quando eu cheguei, estava chovendo pedra, tudo molhado. Os vendedores ambulantes estavam vendendo capas de chuva. Quando eu me vestia, a chuva parou, e me adentrei no campo do estádio do São Paulo. Muita gente estava louca, para ver a banda australiana. Quem abriu o show era o Nasi, do Ira!. Ele bem que tentou, mas, mesmo com a participação do Andreas Kisser (Sepultura), parecia mesmo uma festa infantil. Para um show do AC/DC, poderia ser melhor a abertura do Baranga, ou Velhas Virgens, ou Motorocker, pois os sons são similares e festeiros. Depois dessa vergonha alheia do Nasi, a luz apagou e veio uma animação do telão, anunciando a principal atração da noite. Os autofalantes explodiram com Rock'N'Roll Train. Era o prenúncio de um show, pra lá de Bagdá. Angu...

UM DIA HISTÓRICO PARA O METAL NACIONAL

O dia 24 de junho de 2018 bem que poderia ser comemorado só a festa de São João, mas o que ocorreu foi o Metal, em plena Avenida Paulista, na qual tivemos três bandas: Válvera, Muqueta na Oreia e Torrencial. A primeira a se apresentar foi o Válvera, com seu Thrash Metal, ora cantado em português, ora cantado em inglês, divulgando seu segundo álbum, Back to Hell. Gláuber, o vocalista e guitarrista, manda muito bem com sua presença de palco, além de detonar com a sua Les Paul. Rodrigo Torres (guitarrista), Jesiel Lagoin (baixista) e Filipe Stress ( batera) fizeram um showzaço, botando o público em altas rodas e se divertindo como nunca. O Muqueta na Oreia entrou logo a seguir, eles são de Embu das Artes, com seu Thrashcore de primeira. Cantaram e tocaram as músicas dos dois álbuns, além de tocarem a novas Revolta e Anticristo um dos pontos altos do show foi o medley...

O Poeta da Violência

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Há muitos diretores que possuem um jeito peculiar de fazer seus filmes, como Quentin Tarantino, Martin Scorsese, Stanley Kubrick, entre outros. Mas, nenhum deles foi tão raçudo e explosivo como Sam Peckinpah. Ele foi chamado de louco, bêbado, drogado, entre outros adjetivos carinhosos. Talvez a alcunha que mais combine é o "Poeta da Violência". Ele foi um dos inventores da estética da violência, ou seja, mortes (muitas mortes) em câmera lenta. Sua filmografia deve vista e revista, ininterruptamente. Vários Westerns, filmes de gangsters, dramas, espionagem, guerra... ficaram eternizados na história do cinema americano. É o caso de "Meu Ódio Será sua Herança" e "Traga-me a Cabeça de Alfredo Garcia", dois filmes espetaculares, que todo cinéfilo de carteirinha deveria conhecer. Além de "Pat Garret e Billy the Kid", "Sob o Domínio do Medo", "A Cruz de Ferro", "Comboio", "Os Implacáveis", "A Morte Não Manda ...