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Morte em Veneza (1971)

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Pode-se dizer que, qualquer um tenha uma paixão platônica, seja com mulher, homem, ou homoafetivo. Às vezes, a obsessão por essa pessoa possa ser prejudicial por quem está apaixonado. Baseado no romance de Thomas Mann, Morte em Veneza foi dirigido por Luchino Visconti. A história conta a viagem do compositor Gustav von Aschrnbach (Dirk Bogarde) para Veneza, para se aprimorar no concerto. Em uma de suas andanças, ele desenvolve uma atração perturbadora por Tadzio (Björn Andrésen), um adolescente da nobreza poloneza, que fazia turismo com a família. À medida que essa paixão aumentava, ele ficava mais perturbado. Se fosse hoje em dia, ele seria um Stalker, e, com certeza, seria preso. Mas, era o século XIX. Segundo o Rotten Tomatoes, teve aprovação de 71%. Em 2018, foi selecionado para ser exibido na seção Clássicos de Veneza no 75º Festival Internacional de Cinema de Veneza. Em 2021, a Juno Films lançou o documentário The Most BeautifulbBoy In The World, em que Björn Andrésen...

Amores Brutos (2000)

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Na Vida real, um acidente de carro pode acontecer com qualquer pessoa. Mas, e se, num mesmo acidente, pode ter, ao mesmo tempo, 3 pessoas diferentes? Foi esse o conceito do filme Amores Brutos, dirigido por Alejandro G. Iñárritu, sendo o seu primeiro longa-metragem da sua carreira. O filme é o primeiro da trilogia do Alejandro, cujo conceito são subnarrações relacionadas com o mesmo acontecimento. Os filmes seguintes foram 21 Gramas (2003) e Babel (2006). Estrelado por Gael García Bernal, o longa entrelaça, em um acidente de carro, algumas histórias pessoais: Octávio, um dono de um cão de rinha, que sonha em fugir com a sua cunhada; a de Daniel, empresário que abandona a esposa para viver com a modelo, que tem sua imagem estampada no edifício; e a do Chivo,um catador e assassino de aluguel que busca mudar de vida e voltar à família. São histórias que nos fazem ter sensações de raiva, remorso e, acima de tudo, redenção aos seus erros. O caso da modelo, após o acidente, ela s...

Oitão - Pobre Povo

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Para muita gente, Henrique Fogaca é conhecido por ser um renomado chefe de cozinha e jurado do Masterchef, da Band. Porém, o que pouca gente sabe é que ele é um baita músico e vocalista da banda Oitão. E para provar do seu poder de fogo, a banda lançou, em 2015, o segundo álbum Pobre Povo, com aquele Hardcore Metal, furioso e letal. Com 11 patadas nas fuças, o disco faz críticas sociais, tocando na ferida do cotidiano nacional. Com certeza, um convite certo para o "mosh nosso de cada dia". Além do Fogaça, a banda contava com Tadeu Dias, Ed Chaves e Marcelo BA, além do disco ter participações de Badauí (CPM22), Ciero (Broken Heads) e Tatola Godas (Não Religião). Se é pra falar de faixas, eu destaco Imagem da Besta, com a crítica sobre a TV brasileira. Vai um circle pit, no capricho? Não esqueça de dar a gorjeta!

Baranga - álbum autointitulado

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Hoje vamos ao túnel do tempo, praticamente em 2003, quando o Rock Brazuka conheceu a Baranga. Formada por Xande, Soneca, Paulão e Deca, o quarteto gravou o disco autointitulado, com produção de Heris Trench, no Mr. Som. Com 11 faixas, o disco é um passeio tortuoso do bom e velho Rock And Roll, na linha do AC/DC e Motörhead. Faixas, como Tudo O Que Eu Tenho Na Vida, Maverick, Mulher de Pagodeiro, Garçom e Sexo & Rock 'N' Roll são belas amostras de sair, beber, fazer amor e ouvir Rock até amanhecer. É claro que, por ter o Paulão, não poderia ter homenagem ao Centúrias, com Duas Rodas. Atualmente, a banda está inativa. Mas, escreveu na história do Rock Brazuka.

Skinlepsy - Dissolved

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Após a estreia fenomenal, com Condemning the Empty Souls (2013), o Skinlepsy gravou e lançou Dissolved, em 2017, com aquele Brutal athrash Metal, de quebrar a espinha Dorsal de tanto balançar o pescoço fraco. A banda consiste em André Gubber na guitarra, baixo e vocal, Evandro Junior (ex-Anthares) na bateria e Leonardo Melgaço na guitarra. E, ao que parece, o som que fizeram, percebe-se que o negócio não é brincadeira. São dez faixas na mais pura violência e sem piedade para o ouvinte, sem falar da capa, que mais parece aquele zumbi, saído do jogo Resident Evil. A última faixa, Murder, foi regravada, anos atrás, pelo Siegrid Ingrid, na qual o André faz parte. Essa música fez parte do disco The Corpse Falls (1999). Se quer ouvir Thrash Metal letal, com direito à Mosh³, pegar até quebrar o pescoço, Dissolved é o disco certo.

Refrão da Nossa Canção

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A MPB e o Rock são opostos, mas, quando se juntam, se transformam numa cartase coletiva, cheia de emoções avassaladoras. Foi com essa proposta que o Casal do Ano, Pedro Pellegrino e Lizandra Pavan, fizeram um presente para o casamento, intitulado Refrão da Nossa Canção. Desde que se conheceram, Pedro e Liz tinham planejado escrever e juntar textos, poesias, poemas e prosas, com suas influências diretas, calcadas em Música Brasileira com o Rock pesado. Em suas escritas, o casal declara-se num amor intenso, nas TÃO INTENSO, que, daqui pra Agosto, vão dar boas-vindas à Ana Luiza, seu fruto primogênito que selará a família Pellegrino-Pavan. Tomara que a rebenta planeja para seus pais, muitas histórias. Em breve...

Bandas Cult - Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich

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O Esporro Público vai abrir espaço para criar um quadro, sobre bandas pouco conhecidas, mas que são cultuadas. E a primeira banda será a Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich. Formada em Salisbury (ING) em 1964, era composta por David Harman (Dave Dee), Trevor Ward-Davies (Dozy), John Dymond (Beaky), Michael Wilson (Mick) e Ian Amey (Tich). Seus apelidos, sua performance de palco e seu estilo de se vestir impulsionaram para entrarem nas paradas inglesas, com singles de sucesso, como Hold Tight!, Bend It! e Zabadak!, além decterem tocado vários gêneros, como Mod, Pop e Freakbeat. Dois de seus singles venderam mais de 1 milhão de cópias cada, alcançando o primeiro lugar da parada britânica, com o The Legend of Xanadu. Ao contrário de muitas bandas britânicas da década de 60, que estavam associadas à Invasão Britânica dos Estados Unidos, Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich tiveram sucesso comercial limitado nos EUA. Já no Canadá, se saíram melhor, com 7 músicas no top 100....