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Jackson do Pandeiro - O Ritmo na Palma da Mão

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Quando se fala na música nordestina, um dos nomes que vem em mente são: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Eamalho, Alceu Valença, Zé Ramalho, entre outros. Porém, existiu um único artista que compôs quase 500 músicas e, por incrível que pareça, só foi reconhecido, depois da sua morte. O nome? José Gomes Filho. Ou melhor, Jackson do Pandeiro. O escritor e pesquisador Deribaldo Santos escreveu o livro Jackson do Pandeiro: O Ritmo na Palma da Mão, abordando, em caráter arqueológico, a vida e obra do, denominado, "Rei do Ritmo". Nascido na Alagoa Grande, na Paraíba, Zé Jack adquiriu seu talento, cantando sambas, coco, forró e embolada. Compôs inúmeras músicas com gente graúda da música nordestina, absorveu estilos que ele pouco conhecia, através do cinema. Neste livro, o escritor cita passos educacionais e filosóficos sobre a importância do Jackson na MPB, entrelaçando momentos importantes da cultura brasileira e da história do nosso país, no século 20. Jackson do Pand...

Som Extremo conquista São Paulo no aniversário do Wacken

O maior festival de Metal do mundo completa 35 anos, e nada melhor do que os países comemorarem com um mini festival, chamado Warm Up Party, realizado em diversas nações. E o Brasil não poderia ficar de fora, pois a organização do Bangers Open Air fez esse mini festival. O local escolhido foi na Audio Club, localizado na Barra Funda, próximo ao Terminal Barra Funda, em São Paulo. As bandas que se apresentaram foram Krisiun, Korzus, The Troops of Doom e The Mist. Adentrando ao local, vimos os headbangers fazendo fila, em meio ao calor extremo, mas com algumas nuvens, ameaçando de chover (coisa típica da cidade). A imprensa foi deslocada entre o estacionamento da Audio com a Vila Country. E lá dentro, podemos ver as bancas de merchandising sendo montadas, com várias variedades. A primeira banda a se apresentar foi a mineira The Mist, liderada pelo lendário vocalista Wladimir Körg, divulgando seu bem sucedido álbum The Dark Side of The Soul. O show foi apenas um aquecimento, pois o públic...

Nervosa - Slave Machine

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Após comemorar seus 15 anos, debutando no Metal, a Nervosa solta seus cachorros raivosos, com seu sexto disco Slave Machine. E parece que Prika Amaral não poupou nos riffs e, também, nos vocais, sendo o seu segundo álbum em que ela domina na voz cavernosa. Ou seja, a Loira soltou a leoa dentro das suas entranhas. Produzido por Prika, sua fiel escudeira Helena Kotina e Martin Furia (guitarrista do Destruction), o disco vomita 12 faixas diabólicas, dando uma Surra na cara dos m4ch1st4s de plantão. Na formação, além de Prika e Helena, estão Hel Pyre e Emmelie Herwegh no baixo e Michaela Naydenova na bateria. Michaela volta ao seu posto, no lugar de Gabriela Abud, que apenas participou em algumas letras e nas linhas de bateria de duas faixas. Várias músicas mostram que a Nervosa amadureceu muito bem, como a faixa-título, Ghost Notes, Impending Doom, You Are Not a Hero e The New Empire. Para divulgar seu trabalho, lançaram três clipes de Slave Machine, Impending Doom e Ghost Not...

Super Mario Galaxy - O Filme (2026)

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Novamente, devo exaltar minha infância, quando eu ficava tardes inteiras jogando Super Mario Bros. Porém, eu nunca tive a oportunidade de jogar um Nintendo 64. Mas, eu já joguei Nintendo Wii, com o Mario Kart. E posso dizer que foi uma sensação memorável. Depois de lucrar mais de 1 bilhão de dólares com o primeiro filme, novamente fizeram Super Mario Galaxy, baseado no mesmo jogo do Nintendo Wii. E, dessa vez, a aventura será no espaço. A Princesa Rosalina foi sequestrada pelo Bowser Jr., que quer destruir o Universo. Mas, primeiro, ele quer resgatar seu pai, que foi aprisionado pela Princesa Peach, no Reino dos Cogumelos. É lá que Mário e Luigi vivem, após derrotar o Bowser e salvar Brooklin. Durante sua jornada, eles encontram Yoshi, um pequeno dinossauro simpático e comilão. Voltando ao tema, Peach fica sabendo do sequestro da Rosalina e parte, junto com Toad, para o resgate. Mario e Luigi também vão salvá-la. E é aí que entra mais um componente (e também cria da Nintend...

Motörhead - No Sleep Til' Hammersmith

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Lemmy Kilmister escreveu em 2002: "Essas coisas de vírus vão continuar se fortalecendo porque a cada cinco anos surge uma cepa nova com a qual ninguém tinha contado, e um dia um desses vírus vai matar metade do planeta". Só por essa frase, o Imortal Lemmy havia profetizado a catástrofe que o mundo sofreu, em 2020. Se ele estivesse vivo, talvez ele teria se sucumbido à Covid-19. Porém, ele morreu antes de ver a metade da população morrer doente, em suas casas. Estou contando isso porque eu nunca tive a oportunidade de ver o Motörhead ao vivo, em suas 9 passagens pelo Brasil. Quem viu, pode se considerar um afortunado. Mas, se existe um disco que resume o poder de fogo da banda é No Sleep Til' Hammersmith, de 1981. O Motörhead vinha de uma turnê do seu disco Ace of Spades (1980), e resolveu gravar material para seu full lenght. Como era muita coisa, foram fazer um disco simples. Vale ressaltar que nenhuma música foi gravada no Hammersmith Odeon. Começar a bolach...

Miles Davis - A Autobiografia

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Já dizia a máxima: "dois bicudos não se beijam". Se tivessem, numa mesma mesa (se estivessem vivos!), Miles Davis, Jimi Hendrix, Little Richard e Prince, o que seria da música, hoje em dia? Acho que, com toda a certeza, a Maior de todas! E é com essa introdução que falo da Autobiografia do Miles Davis, que foi lançada pela Belas Letras. O livro teve a colaboração fo jornalista Quincy Tourpe, que chegou a entrevistar o músico, nos anos 80. Esse livro, escrito pelo próprio Miles, em 1989 (dois anos antes de sua m0rt3, em 1991), fala sobre a sua vida, no interior dos Estados Unidos. Ele conta sobre a família, as suas primeiras experiências musicais, as colaborações com inúmeros artistas, o R4c1sm0 que enfrentou em toda a sua vida musical e pessoal... Mas, é na música que ele fez bonito, com seus mais de 200 discos que ele lançou, contando com suas participações, discos solos, ao vivo e discos póstumos.  Como todo músico, ele também caiu na armadilha, chamada dr0g4s. ...

A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel

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O Red Hot Chili Peppers é um dos grupos de rock mais bem sucedidos de todos os tempos, sempre com shows lotados e atrações principais em diversos festivais, além de ser vencedor do Grammy, milhões de discos vendidos e clipes com bilhões de visualizações no YouTube. MAS, o começo não foi fácil. E isso tudo foi mostrado no documentário A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel, que está disponível na Netflix, desde 20 de março. Flea e Anthony Kieds deram seus depoimentos sobre o começo da banda, além da sua relação com o antigo guitarrista e amigo Hillel Slovak. Seus passeios, as aventuras, as festas, o começo do gosto pelo rock foram fundamentais para a criação do RHCP. Os primeiros discos tinham aquela pegada Funk com o Rock e Metal, tudo isso sob influência do George Clinton, que produziu o segundo disco deles. Parecia que estava tudo bem. Porém, aquele inimigo traiçoeiro passaria a incomodar os planos: se chamava D-R-0-G-@-S! E a sua vítima era Slovak. Além d...