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Scott Weiland - Não Estou Morto Nem À Venda

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No Rock, tem aquela frase que se aplica à tríade Sexo, Drogas & Rock'N Roll: "viva rápido e morra cedo". Pode ser clichê essa frase,mas, testemunhamos muitas mortes de astros do Rock, em diversas circunstâncias. Nos anos 90, no auge do Grunge, tivemos grandes ícones, que, com o passar dos anos, também sucumbiram aos excessos. E um deles foi Scott Weiland. O vocalista escreveu sua autobiografia, intitulada Não Estou Morto Nem À Venda, em 2011, quatro anos antes dele falecer, devido à uma overdose acidental. E a Editora Belas Letras lançou esse livro, para saber, em suas palavras, sobre sua vida. Scott sempre viveu sob vícios, @bVs0s, violência, dramas, mas, o Rock sempre foi seu catalisador de curar suas feridas. Quando resolveu ser vocalista, seja no Stone Temple Pilots ou no Velvet Revólver, ele levou toda sua experiência mal acostumada para os palcos e nos discos. Mesmo sendo pai e tentando se livrar do vício, Scott viveu dando seus bolas-foras e prejudi...

Fevereiro termina com lançamento do Válvera

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Fotos: Rodrigo Noé de Souza Fotos do Válvera: Caike Scheffer O mês de fevereiro foi bem puxado para o fã de Rock/Metal, em São Paulo. Mesmo com o avanço dos blocos de rua e os desfiles das escolas de samba, os headbangers querem terminar o mês com um show de verdade. E o Burning House promoveu o show da banda Válvera, que está lançando seu 4º disco, Unleashed Fury. Ao lado deles, estavam Flageladör, Debrix, Laboratori, The Heathen Scÿthe e 3 Pipe Problem. Quando soou às 18h00, a casa abriu e lá dentro estavam começando a montar as bancas de merchandising. O local inicialmente estava quase cheio, quando a primeira banda, a 3 Pipe Problem, subiu no palco. Com um som praticamente diferente, a banda fez bonito, ao misturar Rock, Metal, pós-Punk e Funk. O momento mais festivo foi quando tocaram a cover de Faith No More, From Out to Nowhere. Óbvio que a sonoridade do 3 Pipe é semelhante ao da banda americana. Mas, foi um gol de placa ter escalado eles. A próxima banda...

Gojira - Fortitude

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Se tem uma banda que mais ficou engajada com os problemas globais da Humanidade, essa é a Gojira. Os franceses sempre impressionam, em seus álbuns, com uma qualidade ímpar, seja instrumental ou lírica. No seu 7º disco, Fortitude, eles conseguiram dar um salto de qualidade sonora. Joe Duplantier produziu esse álbum, com a mixagem de Andy Wallace, e foi gravado entre 2018 e 2020, quando ocorreu a Pandemia da Covid-19. Quam acompanha a trajetória da Gojira, sabem que eles sempre foram ativistas com as causas naturais e do Meio Ambiente. E, com Fortitude, não foi diferente. Faixas, como Born Gor One Thing, Another World, The Trails, Gring e Hold On, mostram o peso descomunal que os irmãos Joe e Mario Duplantier, além de Christian Andrieu e Jean Michel Labadie praticam. Se é pra falar de uma música que resume o atual momento que o mundo enfrenta é Amazonia. Com toda a certeza, os ensinamentos do Sepultura foram o suficiente para que Joe compusesse essa música. Sem falar do clipe...

Kill Bill - The Whole Bloody Affair (2025)

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Quentin Tarantino sempre quis exibir seus filmes, da maneira como ele queria. Porém, a indústria cinematográfica resolve estragar seus planos mirabolantes. Apenas para que o público não fique enjoado e perca milhões de dólares em bilheterias. Um dos projetos do Mestre foi exibir, sem cortes e divisões, o seu 4º filme, Kill Bill, exibidos em dois volumes, entre 2003 e 2004, respectivamente. Quem já viu (diversas vezes!), sabe da epopeia da Noiva, que se vinga do seu ex, o Bill, e do Esquadrão das Víboras Mortais, que massacraram as pessoas, num casamento, no Texas. A Noiva fica em coma, durante 4 anos. Quando acorda, ela descobre que seu bebê não estava em seu ventre. Aí, ela se entope de fúria e mata todos, com sua espada de samurai. (Quem quiser saber detalhes, visita o blog e veja as resenhas dos dois volumes.) Uma coisa que eu admiro no Tarantino é que ele sempre ousou a violência estilizada em suas obras-primas. Mas, na sua versão completa e longa, com o título The Whol...

The Heathen Scÿthe - EP auto-intitulado

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Pensa numa banda, com músicos talentosos, músicas bem executadas, nos remetendo aos tempos antigos. Pensou? E se essa banda for brasileira? Acertou quem adivinhou The Heathen Scÿthe. Com um time desses, eles gravaram um EP auto-intitulado, com seis faixas épicas e fantasmagóricas. Destaque para a música que dá o nome da banda, The Offering, Welcome (to The Dead) e Spiral Dance/The Egregore. O som seria uma mistura de Folk, Pagan, Industrial e Power Metal. Do jeito wue os europeus adoram. Fico imaginando nos shows, quando o público começa a imitar os remos em uma embarcação viking, no melhor estilo Amon Amarth. Nada como ouvir uma banda original, como The Heathen Scÿthe.

Damn Youth - Breathing Insanity

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Formada em 2013, na longínqua cidade de Caucáia (CE), a banda Damn Youth pratica um Thrash Metal/Crossover, totalmente influenciado por Anthrax, S.O.D., Nuclear Assault, Suicidal Tendencies, Exodus e D.R.I., além das brasileiras Attomica e Violator. Breathing Insanity (2018) é o primeiro full-lenght da banda, e pelo som, dá pra sacar que o convite ao "mosh nosso de cada dia" está feito. São 14 faixas (incluindo a bonus Insurrection) explosivas, que dão vontade de se jogar no penhasco, de cabeça até rachar o crânio e inundar o rio todo de sangue. Não perde seu tempo de baladas açucaradas e prove o gosto letal do Thrash Metal nordestino.

Passado e Presente no fim da Folia Paulistana

Passado a folia e os blocos, a Cidade de São Paulo, novamente, foi palco do Metal Extremo, com a realização do Overload Beer Fest, no dia 21 de Fevereiro, no Carioca Club. E a noite promete ser uma fusão do passado com o presente, pois as atrações são de dar água na boca, com Obituary, Vulcano, Eskröta, D.E.R. e Cemitério. Antes disso, na sexta-feira, os ingressos estavam esgotados, com certeza absoluta de que a casa estaria mais cheia. Afinal, o Carioca Club tem estrutura impecável, com direito à área livre para todos tomarem um ar e fumar um cigarro. Quando soou às 17h00, o público entrou e, alguns ficaram na frente do palco, outros resolveram andar pelas dependências e conferir as bancas de merchandising. Entre elas, estavam o da Overload, com caixas de CDs importados, camisetas customizadas e copos oficiais do festival, além de área de comidas e bebidas. Ponto positivo para a organização da Overload. A primeira banda foi a Cemitério, com seu Death Metal cantado em português e músic...