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Nervosa - Slave Machine

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Após comemorar seus 15 anos, debutando no Metal, a Nervosa solta seus cachorros raivosos, com seu sexto disco Slave Machine. E parece que Prika Amaral não poupou nos riffs e, também, nos vocais, sendo o seu segundo álbum em que ela domina na voz cavernosa. Ou seja, a Loira soltou a leoa dentro das suas entranhas. Produzido por Prika, sua fiel escudeira Helena Kotina e Martin Furia (guitarrista do Destruction), o disco vomita 12 faixas diabólicas, dando uma Surra na cara dos m4ch1st4s de plantão. Na formação, além de Prika e Helena, estão Hel Pyre e Emmelie Herwegh no baixo e Michaela Naydenova na bateria. Michaela volta ao seu posto, no lugar de Gabriela Abud, que apenas participou em algumas letras e nas linhas de bateria de duas faixas. Várias músicas mostram que a Nervosa amadureceu muito bem, como a faixa-título, Ghost Notes, Impending Doom, You Are Not a Hero e The New Empire. Para divulgar seu trabalho, lançaram três clipes de Slave Machine, Impending Doom e Ghost Not...

Super Mario Galaxy - O Filme (2026)

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Novamente, devo exaltar minha infância, quando eu ficava tardes inteiras jogando Super Mario Bros. Porém, eu nunca tive a oportunidade de jogar um Nintendo 64. Mas, eu já joguei Nintendo Wii, com o Mario Kart. E posso dizer que foi uma sensação memorável. Depois de lucrar mais de 1 bilhão de dólares com o primeiro filme, novamente fizeram Super Mario Galaxy, baseado no mesmo jogo do Nintendo Wii. E, dessa vez, a aventura será no espaço. A Princesa Rosalina foi sequestrada pelo Bowser Jr., que quer destruir o Universo. Mas, primeiro, ele quer resgatar seu pai, que foi aprisionado pela Princesa Peach, no Reino dos Cogumelos. É lá que Mário e Luigi vivem, após derrotar o Bowser e salvar Brooklin. Durante sua jornada, eles encontram Yoshi, um pequeno dinossauro simpático e comilão. Voltando ao tema, Peach fica sabendo do sequestro da Rosalina e parte, junto com Toad, para o resgate. Mario e Luigi também vão salvá-la. E é aí que entra mais um componente (e também cria da Nintend...

Motörhead - No Sleep Til' Hammersmith

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Lemmy Kilmister escreveu em 2002: "Essas coisas de vírus vão continuar se fortalecendo porque a cada cinco anos surge uma cepa nova com a qual ninguém tinha contado, e um dia um desses vírus vai matar metade do planeta". Só por essa frase, o Imortal Lemmy havia profetizado a catástrofe que o mundo sofreu, em 2020. Se ele estivesse vivo, talvez ele teria se sucumbido à Covid-19. Porém, ele morreu antes de ver a metade da população morrer doente, em suas casas. Estou contando isso porque eu nunca tive a oportunidade de ver o Motörhead ao vivo, em suas 9 passagens pelo Brasil. Quem viu, pode se considerar um afortunado. Mas, se existe um disco que resume o poder de fogo da banda é No Sleep Til' Hammersmith, de 1981. O Motörhead vinha de uma turnê do seu disco Ace of Spades (1980), e resolveu gravar material para seu full lenght. Como era muita coisa, foram fazer um disco simples. Vale ressaltar que nenhuma música foi gravada no Hammersmith Odeon. Começar a bolach...

Miles Davis - A Autobiografia

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Já dizia a máxima: "dois bicudos não se beijam". Se tivessem, numa mesma mesa (se estivessem vivos!), Miles Davis, Jimi Hendrix, Little Richard e Prince, o que seria da música, hoje em dia? Acho que, com toda a certeza, a Maior de todas! E é com essa introdução que falo da Autobiografia do Miles Davis, que foi lançada pela Belas Letras. O livro teve a colaboração fo jornalista Quincy Tourpe, que chegou a entrevistar o músico, nos anos 80. Esse livro, escrito pelo próprio Miles, em 1989 (dois anos antes de sua m0rt3, em 1991), fala sobre a sua vida, no interior dos Estados Unidos. Ele conta sobre a família, as suas primeiras experiências musicais, as colaborações com inúmeros artistas, o R4c1sm0 que enfrentou em toda a sua vida musical e pessoal... Mas, é na música que ele fez bonito, com seus mais de 200 discos que ele lançou, contando com suas participações, discos solos, ao vivo e discos póstumos.  Como todo músico, ele também caiu na armadilha, chamada dr0g4s. ...

A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel

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O Red Hot Chili Peppers é um dos grupos de rock mais bem sucedidos de todos os tempos, sempre com shows lotados e atrações principais em diversos festivais, além de ser vencedor do Grammy, milhões de discos vendidos e clipes com bilhões de visualizações no YouTube. MAS, o começo não foi fácil. E isso tudo foi mostrado no documentário A Origem do Red Hot Chili Peppers: Nosso irmão, Hillel, que está disponível na Netflix, desde 20 de março. Flea e Anthony Kieds deram seus depoimentos sobre o começo da banda, além da sua relação com o antigo guitarrista e amigo Hillel Slovak. Seus passeios, as aventuras, as festas, o começo do gosto pelo rock foram fundamentais para a criação do RHCP. Os primeiros discos tinham aquela pegada Funk com o Rock e Metal, tudo isso sob influência do George Clinton, que produziu o segundo disco deles. Parecia que estava tudo bem. Porém, aquele inimigo traiçoeiro passaria a incomodar os planos: se chamava D-R-0-G-@-S! E a sua vítima era Slovak. Além d...

Ereboros - EP auto-intitulado

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Oriunda do "Hell" de Janeiro, berço de inúmeras encarnações do Metal, como Dorsal Atlântica, Metalmorphose, Necromancer, Taurus, Hicsos, Unearthly e LAC, a banda Ereboros lançou, em 2023, seu auto-intitulado EP. Com fortes influências de Behemoth, Nile, Morbid Angel e Deicide, a banda despeja 5 faixas diabólicas. Não é à toa que Karl Sanders convidou essa banda para abrir seus shows em 2026. Potencial tem de sobra. Esperamos que Ereboros regurgita seu full-lenght, para desespero dos cristãos ortodoxos e euforia pra seus fiéis seguidores do oculto.

Sábado com Grindcore à moda Brazuka

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O sábado sempre foi um dia para curtir o fim de semana, depois de segunda à sexta cheia de obrigações do cotidiano. E nada melhor do que curtir um show de Grindcore, com as bandas Facada e D.E.R., em pleno Sesc Belenzinho. Enquanto as duas bandas estavam fazendo a passagem de som, várias famílias estavam comendo de boa. Ao testar a microfonagem, ouvia-se as crianças gritando para pararem com o "barulho". Claro que, mesmo com as coitadas das crianças chorando e não aguentando o som tenebroso, saibam que o soundcheck é parte do trabalho dos artistas. Ou seja,SÓ estavam fazendo o trabalho deles. Só isso. Chegada às 19h30, o público compareceu em peso, antes para conferir o merchandising das duas bandas. É claro que os integrantes estavam lá na banca para vender seus produtos. Quando soou às 20h30, o áudio mecânico anunciou as duas bandas presentes. E, por incrível que pareça, dividiram o mesmo palco, com duas baterias montadas. A cearense Facada estava di...