Kill Bill - The Whole Bloody Affair (2025)

Quentin Tarantino sempre quis exibir seus filmes, da maneira como ele queria. Porém, a indústria cinematográfica resolve estragar seus planos mirabolantes. Apenas para que o público não fique enjoado e perca milhões de dólares em bilheterias.

Um dos projetos do Mestre foi exibir, sem cortes e divisões, o seu 4º filme, Kill Bill, exibidos em dois volumes, entre 2003 e 2004, respectivamente.

Quem já viu (diversas vezes!), sabe da epopeia da Noiva, que se vinga do seu ex, o Bill, e do Esquadrão das Víboras Mortais, que massacraram as pessoas, num casamento, no Texas.

A Noiva fica em coma, durante 4 anos. Quando acorda, ela descobre que seu bebê não estava em seu ventre. Aí, ela se entope de fúria e mata todos, com sua espada de samurai. (Quem quiser saber detalhes, visita o blog e veja as resenhas dos dois volumes.)

Uma coisa que eu admiro no Tarantino é que ele sempre ousou a violência estilizada em suas obras-primas. Mas, na sua versão completa e longa, com o título The Whole Bloody Affair, que estreou nos cinemas, com duração de 4h30 (!), o Mestre colocou cenas excluídas, para deixar os fãs com água na boca.

Uma das cenas está no curta de anime, em que conta a história de O-Ren Ishi, feita pelo mesmo estúdio do clássico Ghost In The Shell, e do clipe Breaking The Habit, do Linkin' Park.

Claro que, como todo filme com duração longa, sempre tem o intervalo, apenas para dar um respiro ao espectador. Mas, cada minuto e cada hora passam voando.

Aguardemos o que o Mestre vai aprontar, quando anunciar seu 10º e derradeiro filme de sua filmografia.

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