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Mostrando postagens de junho, 2026

Herói (2002)

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Na China ancestral, bem antes de surgir o seu primeiro imperador, a nação era dividida em sete reinos. Qin, o soberano da província do Norte, sofre constantes ameaças e tentativas de assassinato. A preocupação é com três assassinos de elite, contratados por seus adversários. Um dos magistrados, conhecido como Sem Nome, entra no Palácio carregando armamentos dos matadores, que afirma ter derrotado os três, de uma só vez, após ter passado mais de uma década estudando a técnica da espada. Isso talvez seja um filme antigo de Kurosawa, mas é a história de Herói, filme de 2002, estrelado por Jet Li, e distribuído pela Miramax. Só foi conhecido pelo grande público, por causa de Quentin Tarantino, mesmo não ter envolvimento com a produção, mas, por ser entusiasta de filmes de artes Maciais, ele convenceu a Miramax de lançar em formato comercial, sob o subtítulo "apresentado por Quentin Tarantino". O personagem do Rei foi oferecido à Jackie Chan, que o recusou. Jet Li teve...

Rio Grande (ou Rio Bravo) (1950)

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Muito antes dos ícones de ação, como Clint Eastwood, Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Bruce Willis e Vin Diesel, nos anos 50, John Wayne era o percursor do que eu defino de macho-alfa. Um dos filmes mais emblemáticos da sua carreira foi o Rio Grande (ou Rio Bravo), de 1950, dirigido por John Ford. É o terceiro da Triilogia da Cavalaria, do mesmo diretor, junto com Fort Apache (1948) e Legião Invencível (1949), com o Wayne no papel de Capitão Kirby York, em Fort Apache, e Capitão Nathan Cutting Brittles, em Legião Invencível. Os filmes foram produzidos pela RKO Pictures. Em Rio Grande, Wayne retomava o papel de York, dessa vez, como tenente-coronel. Com o fim da Guerra Civil, York segue para Rio Grande, onde devem enfrentar os Apaches. Seu filho, Jefferson, era um dos recrutas, e que o pai não o vê há 15 anos. Os problemas aumentam wuando Kathleen, sua ex-mulher, surge para levar o filho de volta para casa e o confronto com os índios fica cada dia mais violento. Ri...

Morte em Veneza (1971)

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Pode-se dizer que, qualquer um tenha uma paixão platônica, seja com mulher, homem, ou homoafetivo. Às vezes, a obsessão por essa pessoa possa ser prejudicial por quem está apaixonado. Baseado no romance de Thomas Mann, Morte em Veneza foi dirigido por Luchino Visconti. A história conta a viagem do compositor Gustav von Aschrnbach (Dirk Bogarde) para Veneza, para se aprimorar no concerto. Em uma de suas andanças, ele desenvolve uma atração perturbadora por Tadzio (Björn Andrésen), um adolescente da nobreza poloneza, que fazia turismo com a família. À medida que essa paixão aumentava, ele ficava mais perturbado. Se fosse hoje em dia, ele seria um Stalker, e, com certeza, seria preso. Mas, era o século XIX. Segundo o Rotten Tomatoes, teve aprovação de 71%. Em 2018, foi selecionado para ser exibido na seção Clássicos de Veneza no 75º Festival Internacional de Cinema de Veneza. Em 2021, a Juno Films lançou o documentário The Most BeautifulbBoy In The World, em que Björn Andrésen...

Amores Brutos (2000)

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Na Vida real, um acidente de carro pode acontecer com qualquer pessoa. Mas, e se, num mesmo acidente, pode ter, ao mesmo tempo, 3 pessoas diferentes? Foi esse o conceito do filme Amores Brutos, dirigido por Alejandro G. Iñárritu, sendo o seu primeiro longa-metragem da sua carreira. O filme é o primeiro da trilogia do Alejandro, cujo conceito são subnarrações relacionadas com o mesmo acontecimento. Os filmes seguintes foram 21 Gramas (2003) e Babel (2006). Estrelado por Gael García Bernal, o longa entrelaça, em um acidente de carro, algumas histórias pessoais: Octávio, um dono de um cão de rinha, que sonha em fugir com a sua cunhada; a de Daniel, empresário que abandona a esposa para viver com a modelo, que tem sua imagem estampada no edifício; e a do Chivo,um catador e assassino de aluguel que busca mudar de vida e voltar à família. São histórias que nos fazem ter sensações de raiva, remorso e, acima de tudo, redenção aos seus erros. O caso da modelo, após o acidente, ela s...

Oitão - Pobre Povo

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Para muita gente, Henrique Fogaca é conhecido por ser um renomado chefe de cozinha e jurado do Masterchef, da Band. Porém, o que pouca gente sabe é que ele é um baita músico e vocalista da banda Oitão. E para provar do seu poder de fogo, a banda lançou, em 2015, o segundo álbum Pobre Povo, com aquele Hardcore Metal, furioso e letal. Com 11 patadas nas fuças, o disco faz críticas sociais, tocando na ferida do cotidiano nacional. Com certeza, um convite certo para o "mosh nosso de cada dia". Além do Fogaça, a banda contava com Tadeu Dias, Ed Chaves e Marcelo BA, além do disco ter participações de Badauí (CPM22), Ciero (Broken Heads) e Tatola Godas (Não Religião). Se é pra falar de faixas, eu destaco Imagem da Besta, com a crítica sobre a TV brasileira. Vai um circle pit, no capricho? Não esqueça de dar a gorjeta!

Baranga - álbum autointitulado

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Hoje vamos ao túnel do tempo, praticamente em 2003, quando o Rock Brazuka conheceu a Baranga. Formada por Xande, Soneca, Paulão e Deca, o quarteto gravou o disco autointitulado, com produção de Heris Trench, no Mr. Som. Com 11 faixas, o disco é um passeio tortuoso do bom e velho Rock And Roll, na linha do AC/DC e Motörhead. Faixas, como Tudo O Que Eu Tenho Na Vida, Maverick, Mulher de Pagodeiro, Garçom e Sexo & Rock 'N' Roll são belas amostras de sair, beber, fazer amor e ouvir Rock até amanhecer. É claro que, por ter o Paulão, não poderia ter homenagem ao Centúrias, com Duas Rodas. Atualmente, a banda está inativa. Mas, escreveu na história do Rock Brazuka.

Skinlepsy - Dissolved

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Após a estreia fenomenal, com Condemning the Empty Souls (2013), o Skinlepsy gravou e lançou Dissolved, em 2017, com aquele Brutal athrash Metal, de quebrar a espinha Dorsal de tanto balançar o pescoço fraco. A banda consiste em André Gubber na guitarra, baixo e vocal, Evandro Junior (ex-Anthares) na bateria e Leonardo Melgaço na guitarra. E, ao que parece, o som que fizeram, percebe-se que o negócio não é brincadeira. São dez faixas na mais pura violência e sem piedade para o ouvinte, sem falar da capa, que mais parece aquele zumbi, saído do jogo Resident Evil. A última faixa, Murder, foi regravada, anos atrás, pelo Siegrid Ingrid, na qual o André faz parte. Essa música fez parte do disco The Corpse Falls (1999). Se quer ouvir Thrash Metal letal, com direito à Mosh³, pegar até quebrar o pescoço, Dissolved é o disco certo.

Refrão da Nossa Canção

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A MPB e o Rock são opostos, mas, quando se juntam, se transformam numa cartase coletiva, cheia de emoções avassaladoras. Foi com essa proposta que o Casal do Ano, Pedro Pellegrino e Lizandra Pavan, fizeram um presente para o casamento, intitulado Refrão da Nossa Canção. Desde que se conheceram, Pedro e Liz tinham planejado escrever e juntar textos, poesias, poemas e prosas, com suas influências diretas, calcadas em Música Brasileira com o Rock pesado. Em suas escritas, o casal declara-se num amor intenso, nas TÃO INTENSO, que, daqui pra Agosto, vão dar boas-vindas à Ana Luiza, seu fruto primogênito que selará a família Pellegrino-Pavan. Tomara que a rebenta planeja para seus pais, muitas histórias. Em breve...

Bandas Cult - Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich

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O Esporro Público vai abrir espaço para criar um quadro, sobre bandas pouco conhecidas, mas que são cultuadas. E a primeira banda será a Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich. Formada em Salisbury (ING) em 1964, era composta por David Harman (Dave Dee), Trevor Ward-Davies (Dozy), John Dymond (Beaky), Michael Wilson (Mick) e Ian Amey (Tich). Seus apelidos, sua performance de palco e seu estilo de se vestir impulsionaram para entrarem nas paradas inglesas, com singles de sucesso, como Hold Tight!, Bend It! e Zabadak!, além decterem tocado vários gêneros, como Mod, Pop e Freakbeat. Dois de seus singles venderam mais de 1 milhão de cópias cada, alcançando o primeiro lugar da parada britânica, com o The Legend of Xanadu. Ao contrário de muitas bandas britânicas da década de 60, que estavam associadas à Invasão Britânica dos Estados Unidos, Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich tiveram sucesso comercial limitado nos EUA. Já no Canadá, se saíram melhor, com 7 músicas no top 100....

Maio termina com festival extremo brasileiro

A cidade de São Paulo viveu dias intensos de frio. Mas, nada como sair de casa para conferir o melhor do Metal pesado. E o dia 30 de maio foi palco para o Burning Extreme Fest, realizado no Burning House, localizado na Água Branca, Zona Oeste da cidade. Ao entrar no recinto, vemos as bancas de merchandising montadas, com vários itens das bandas que se apresentaram. A primeira foi a Chaoslace, um Power trio de Thrash/Brutal Death Metal, formado por Leandro Nunes (vocal e guitarra), Rafael Montana (baixo) e "Diogro" Rodrigues (bateria). Eles ainda divulgavam o disco de estreia Inhuman Terror Cult (2018), e tocaram faixas desse disco, além da cover de Kings of Killing, do Krisiun. Uma Banda que mostra intensidade e técnica apurada. Conforme fora combinado, cada banda teve tempo de apresentação, ou seja, 40 minutos por banda. A segunda, em seguida, foi a Sacrifix, com seu Thrash Metal visceral. Formado por Frank Gasparotto (vocal e guitarra, ex-Kamboja, Goatlove, Anthares), Felip...