Jackson do Pandeiro - O Ritmo na Palma da Mão

Quando se fala na música nordestina, um dos nomes que vem em mente são: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Eamalho, Alceu Valença, Zé Ramalho, entre outros. Porém, existiu um único artista que compôs quase 500 músicas e, por incrível que pareça, só foi reconhecido, depois da sua morte. O nome? José Gomes Filho. Ou melhor, Jackson do Pandeiro.

O escritor e pesquisador Deribaldo Santos escreveu o livro Jackson do Pandeiro: O Ritmo na Palma da Mão, abordando, em caráter arqueológico, a vida e obra do, denominado, "Rei do Ritmo".

Nascido na Alagoa Grande, na Paraíba, Zé Jack adquiriu seu talento, cantando sambas, coco, forró e embolada. Compôs inúmeras músicas com gente graúda da música nordestina, absorveu estilos que ele pouco conhecia, através do cinema.

Neste livro, o escritor cita passos educacionais e filosóficos sobre a importância do Jackson na MPB, entrelaçando momentos importantes da cultura brasileira e da história do nosso país, no século 20.

Jackson do Pandeiro morreu em 1982, completamente esquecido e, só foi ter sua música e importância reconhecida, depois da sua partida, com homenagens póstumas e inspirações de gente, como o saudoso Chico Science e Lenine.

E não é só isso. A música Chiclete Com Banana foi usada pra nomear a banda de axé music, sem falar que Angeli nomeou sua revista com o nome de Chiclete com Banana.

A música de José Gomes Filho será eterna.

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