Torture Squad quebra o gelo no Sesc Belenzinho
Texto e fotos: Rodrigo Noé de Souza
Enquanto o Rock nacional faz seu festival C6 no Parque Ibirapuera e ocorre a Festa do Peão de Barretos, o Paulistano tem, como alternativa, ir ao Sesc Belenzinho para conferir o show do Torture Squad.
Ao adentrar na Comedoria, vemos os roadies e os integrantes afinamento seus instrumentos e ajustar o áudio. À medida que o tempo passa, os integrantes tocam algumas músicas. Mas, o que me impressionou foram as presenças de crianças vendo a banda tocar. Um menininho ficou encantado com a performance da Mayara Puertas, que chegou a brincar de esconde-esconde com o garotinho. Uma cena fofa!
Após a passagem de som, era hora de aguardar a entrada pro show. E não é à toa que o público fez sua parte, pois estava muito cheio. Afinal, o Torture Squad não tocava no Sesc Belenzinho, desde 2015, quando eram um trio, composto por Amílcar Christófaro, Castor e André Evaristo.
Às 20h00, e um pouco de atraso, Amílcar, Castor, Mayara e Rene Simionato adentram ao palco e tocam Hell is Coming, do álbum Devilish. E a plateia estava radiante ao ver a banda em Ação. Depois, tocaram Buried Alive, do mesmo disco, com o riff matador.
A seguir, tocaram Pull The Trigger e Storms, para dar uma viagem ao túnel do tempo, com Murder Of A God e Abduction Was The Case, e a roda comendo solta.
Não podemos negar a história do Torture Squad, inclusive com essa formação, que está há 10 anos ativa e tocando muito. Após Mabus e Hellbound, tocaram The Beast Within, do Hellbound, uma cacetada na fuça.
O Torture veio de uma turnê pela Europa, tocando com Sepultura, Venom Inc. e Crypta, além de ser atração do Wacken Open Air.
A partir daí foi só clássicos, como Horror And Torture, The Unholly Spell, para Amílcar mostrar todo seu talento baterístico, introduzindo Rsise Your Horns.
O final veio com Living For The Kill, terminando a festa metálica da noite. A banda toda recebeu seus fãs com fotos e autógrafos.
Enfim, mais uma noite pra conta.
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