Master: O Mestre contra os Estados Unidos
Existem músicos que constroem carreiras com suas bandas. Mas existem aqueles que possuem um currículo astronômico de participações de determinadas bandas e/ou projetos. Entre esses casos, nomes como Mike Portnoy, Steve Lukather, Jörg Michael e o finado Ronnie James Dio são os mais citados. Mas existe um que poderia merecer essa honraria: Paul Speckmann.
Suas bandas, da qual ajudou a iniciar o cenário Death Metal, são desconhecidas pelo grande público, como White Cross, War Cry, Death Strike, Krabathor e Abomination, mas foi com Master que ele se destacou no cenário underground.
A banda teve seus altos e baixos (mais baixos do que altos) nos anos 80. Mesmo assim, ele não desistiu e passou a tocar seus projetos em frente. Remontou o Master em 1998 e lançou suas peças pelo globo afora. Apesar de não conquistar fama como seus colegas de longa data, Speckmann seguiu sua jornada.
Atualmente morando na República Checa, Paul e Master lançaram em 2008, Slaves to Society. Eis a sua razão de não morar mais nos EUA. Onze pauladas criticando o então governo Bush e, mesmo com a ascensão de Barack Obama, os Estados Unidos continua escravizando o seu povo.
Ouvindo onze pedradas, dá sacar que o cara está como cachorro louco contra os yankees. The Final skull inicia o massacre, com o baixo distorcido, a lá Motörhead. In control, Slaves to society The Darkest Age e Remnants of Hate resgatam a mais áurea época em que bandas, como Death, Possessed e Massacre surgiram num mundo infectado por doenças nucleares.
O final da bolacha vem acelerada com World Police, com seis minutos de duração. Para conferir sem medo de cara feia, com direito a arte gráfica, assinada por Michael Kull.
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