Nervosa encerra sua festa com show histórico

Encerrando a turnê do seu disco Jailbreak e da comemoração dos seus 15 anos, a banda Nervosa novamente visitou São Paulo, para dar por encerrado sua marcante turnê, que começou na mesma cidade Bandeirante, berço de onde nasceram, em 2010.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

Para incrementar esse acontecimento, Prika Amaral, Helena Korina, Gabriela Abud e Emmelie Herwegh visitaram a Galeria do Rock e receberam a imprensa para uma coletiva especial.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

As meninas responderam todas as perguntas sobre a história da banda, suas mudanças de formação, seus discos, suas turnês marcantes, além de emocionantes acontecimentos. No final, tiraram fotos e gravaram entrevistas para os veículos de imprensa.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

No dia 5 de dezembro, o show foi no Sesc Bom Retiro. Para que o fã chegue até o local, precisava ir de metrô até a estação da Luz, e guiando até a Sala São Paulo, da Estação Júlio Prestes, perto do Parque da Luz, onde temos transporte gratuito, guiando até o Sesc.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

Lá no recinto, vemos uma banca de merchandising da Nervosa, onde teve CDs, LPs, camisetas, patches, palhetas, abridores de garrafas, copos e imãs de geladeira.

Com o passar do tempo, muitos fãs chegavam e foram realocados até o teatro, com seus respectivos lugares. À medida que vai passando o tempo, o teatro ficava lotado. Entre as pessoas ilustres, estava a guitarrista Jéssica Di Falchi, ex-Crypta, e Jean Patton, guitarrista do Korzus e ex-Project46.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

Quando a hora soou, Prika Amaral foi muito bem recebida e contou o começo da história da Nervosa, desde 2010, a efetivação da formação, a gravação da Demo 2012 e do disco Victim of Yourself.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

A introdução tocou e eis que as meninas entraram e tocaram Masked Betrayer, Urânio Em Nós e Death! Em seguida, Prika contou da fase em que gravou nos EUA os discos Agony e Downfall to Mankind, fazendo com que ruas conquistassem o mundo. Então, tocaram Hostages, Kill The Silence (em que Prika alertou para as mulheres denunciarem seus agressores) e Cultura do Estupro, cuja letra foi autoria do João Gordo.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

Prika novamente conta a fase em que a pandemia foi crucial para a Nervosa, inclusive sobre a saída de Fernanda Lira e Luana Dametto, até encontrar as suas comparsas para a gravação de Perpetual Chaos. Então tocaram a Faixa-título, Venomous, Guilded By Evil e Under Ruins.

Quero ressaltar a performance da Nervosa, pois a atual formação se encontra muito entrosada e bem ensaiada. Helena mostra toda sua técnica apurada, Emmelie é muito segura e dedicada no baixo. Gabriela é uma máquina de triturar bateria, e mostra que tem estilo ao tocar de boné e saia. Prika dispensa apresentações, seja tocando sua guitarra, mas no vocalels parece que despertou a leoa dentro dela.
Foto: Vini Vieira (vinivieirafilmmaker)

A vocalista conta sobre a fase Jailbreak, em que se viu perdida, quando Diva Satânica saiu e ela teve que assumir os vocais. Entre as músicas estavam Seed Of Death, Kill Or Die, Smashing Heads, Jailbreak e Endless Ambition.

Com certeza, esse foi um show intenso e memorável. Depois, as meninas receberam seus fãs para tirar fotos e pegar seus autógrafos.

Cabe ressaltar que a Nervosa, durante a coletiva, anunciou que estão gravando um novo disco, para o ano que vem. E, pelo show, podemos esperar mais uma avalanche sonora, da melhor qualidade.

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