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Nós Somos a Tempestade - Volume 2

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Depois do incrível sucesso do seu primeiro volume, abordando as bandas norte-americanas, Luiz Mazetto resolveu percorrer os quatro cantos do mundo e entrevistar diversas bandas do Metal Alternativo. Nós Somos a Tempestade - Volume 2 tem o selo Mondo Massari, capitaneado pelo Reverendo Fábio Massari. Nesse livro, Mazetto conversa com artistas, dos mais variados subgêneros do som pesado. Você verá que bandas, como Pentagram, Kyuss, Labirinto, Isis, Solstafir, Graveyard, Terra Tenebrosa, Amebix, Amenra, entre outras, falam sobre os shows, gravações, discos que mudaram suas vidas, e o que mais se orgulham e como serão lembrados. Para os brazukas, há uma entrevista especial do lendário Iggor Cavalera. O ex-Sepultura e atual Cavalera Conspiracy e Mixhell fala sobre sua carreira, sua opção de trocar o Metal por música eletrônica, até ele se espantar de que todas as bandas entrevistadas nos dois livros citaram Sepultura como influência imediata. Quem é fã vai gostar de ter, ler e s...

Uma Cilada para Roger Rabbit

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Misturar animação com pessoas de carne e osso era uma ideia sensacional em Hollywood. Já tivemos isso no filme Marujos do Amor, com a cena de Gene Kelly dançando com o rato Jerry. Em 1988, Steven Spielberg levou essa ideia para o estúdio Touchstone, da Disney. Produziu Uma Cilada para Roger Rabbit, com direção de Robert Zemeckis (Trilogia De Volta para o Futuro), com um orçamento de US$ 70 milhões, e uma ajuda das pessoas que tinham direitos autorais dos personagens. No filme, Roger Rabbit era um coelho louco (uma mistura de Pernalonga com Pica-Pau) que se envolve em um assassinato, no qual não cometeu, sem falar que ele levou chifre da sua esposa, a sensual Jessica Rabbit.  Para isso, conta com a ajuda do detetive Eddie Valiant (Bob Hoskins), que não gosta de desenhos animados, porque seu irmão foi morto por um. Quem também investiga os assassinatos é o Juiz Doom (Christopher Lloyd), um implacável juiz da corte superior, que utiliza um produto, conhecido como Caldo, um...

Korzus - Ties Of Blood

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O ano era 2004, e o Korzus completaria vinte anos de existência. Para comemorar, deu aos seus fãs, um dos presentes mais icônicos: um disco completo, com músicas mais brutais e diretas. O Ties of Blood. Depois de seis anos de hiato, após muitas experiências boas e ruins, Pompeu e seu companheiro Heros Trench adquiriram experiência ao se tornarem produtores e donos do Mr. Som. Foi então que Reuniram-se com os outros comparsas Sílvio, Dick e Rodrigo Oliveira para gravarem o disco. Sem dúvida, aquilo era muito especial para o Korzus. E não poderia ser melhor. As músicas viraram peças clássicas, como Guilty Silence, Screaming For Death, What Are You Looking For, Respect, Punisher, Never Get Me Down, Cruelty, Ties Of Blood e Who's Going To Be The Next. E não para por aí. Alguns convidados resolveram entrar na festa: os saudosos Andre Matos e Hélcio Aguirra gravaram Evil Sight, Andreas Kisser gravou Correria e João Gordo, Boka, Taurus (Força Macabra) e o saudoso Redson com Pe...

Korzus - KZS

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Algumas bandas evoluem seu som, e permanecem as mesmas. O Korzus é uma delas. Depois do bem-sucedido Mass Illusion, a banda sofreu duas rupturas: Betão Sileci e Marcello Nicastro saem (o último, principalmente, traiu o movimento ao virar pagodeiro!). Com isso, Pompeu, Dick e Sílvio recrutam Fernando Schaefer e Soldado para gravarem novas músicas. Reuniram-se com o produtor americano Steve Evetts e registraram KZS, de 1995. O som seria uma mistura de Thrash Metal com Hardcore nova-iorquino, no melhor estilo Biohazard e S.O.D. Mas, com a cara do Korzus, e as letras do Pompeu. Os destaques ficam com Internally (riff sensacional!), Sadness e Namesake. As outras faixas mantém a pegada, com palhetadas da dupla Golfetti/Soldado e as batidas brutais do Fernandão. O Korzus partiu pra uma turnê nos EUA, no qual sofreu muitos apuros, mas com o pé no chão e a humildade de sempre. Como nem tudo é festa, Soldado e Fernandão saem Ps da vida, e formam o Treta. O trio remanescente continuou...

Korzus - Mass Illusion

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Depois de gravar o EP Pay For Your Lies, com letras em inglês, o Korzus resolve se estabilizar ao registrar seu disco definitivo. Muito diferente do primeiro Sonho Maníaco, no qual renegam até hoje. Marcello Pompeu, Dick Siebert, Sílvio Golfetti, Marcello Nicastro e Betão Sileci estavam entrosados e se reuniram com Roger, do Ultraje a Rigor, no estúdio RAC, em Sampa, para gravar Mass Illusion. Do mesmo ano em que o mundo reverenciava o Sepultura, com o Arise, o Korzus focava nos headbangers brazukas ao mostrar como se faz Thrash Metal da melhor qualidade. Considerado, por muitos, como o melhor disco da banda, Mass Illusion abre com Agony, com aquela introdução sinistra, para a pancadaria comer solta. O seu clipe foi destaque no extinto Fúria Metal, da também extinta MTV Brasil. Outro destaque é Victim of Progress, com palhetadas cavalgadas, que só a dupla Golfetti/Nicastro sabiam fazer. P.F.Y.L, a faixa-título, a instrumental Unpredictable Disease, e a cover de Inútil do Ul...

Sarcófago - INRI

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Voltando ao momento Grandes Clássicos Extremos, o álbum de agora é o divisor de águas do Metal Extremo: INRI, da banda Sarcófago. Considerada como Rival do Sepultura, a banda formada por Antichrist (saído da banda dos Cavalera brothers), Butcher, D.D. Crazy e Incubus estava muito inspirada pra gravar, depois do sucesso da coletânea Warfare Noise. O disco INRI foi gravado no estúdio JG, produzido por Ganguin, Tarso Senra e João Guimarães, e lançado em 1987, o ano de consolidação do Metal Brazuka. Várias versões do disco foram lançados durante anos, seja em LP e CD. Teve até tributos, com direito a covers, gravados pelas bandas Satyricon, Behemoth, entre outros. Pra saber sobre a importância do disco de estreia do Sarcófago, basta ouvir Clássicos como Nightmare, The Black Vomit, Satanas pra ver o que acontece. Com aquele Black/Death com ecos de Hardcore (totalmente Discharge), temas como Satanismo, sexo e anti-cristianismo, pra deixar qualquer evilgélico de cabelo em pé. D.D....

Mustaine - Memórias do Heavy Metal

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Se hoje em dia, Dave Mustaine é um cara conservador, cristão fervoroso e um dos caras mais malas do Metal, é porque você não conhece o lado diabólico e sombrio dele, principalmente na década de 80 e 90. O líder do Megadeth escreveu, em 2010, sua autobiografia intitulada Memórias do Heavy Metal, juntamente com o escritor Joe Layden, e relançado pela editora Belas Letras. O livro relata toda a trajetória do Musta, desde seu nascimento, sua vida tumultuada, por causa do divórcio dos seus pais. Seu encontro com o Rock. Depois as drogas e o sexo. Todos estão careca de saber sobre sua trajetória com o Metallica, sua entrada, sua contribuição até a sua expulsão. É aí que ele se vinga e cria o Megadeth. Recruta David Ellefson, depois durante os anos que passaram até 2002, muitos guitarristas solos e bateristas se revezavam, e gravaram discos icônicos, até mesmo superando a banda rival do Mustaine. É claro que o vocalista não teve papas na língua, nem mesmo poupando os seus companhe...