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Krisiun - Ageless Venomous

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Depois do mais que bem-sucedido (e clássico, diga-se de passagem!) Conquerous of Armageddon, o trio gaúcho Krisiun viu que o Death Metal, tanto aqui quanto lá fora, estava muito repetitivo e saturado. Vendo que não há opção, resolveram gravar, em São Paulo, o disco Ageless Venomous. Pra muitos fãs, aquilo era o fim da linha, por achar que, aquela brutalidade do disco anterior, estava acabado. Não se pode agradar todo mundo. O que os irmãos fizeram foram adicionar elementos para o seu som, que considero o seu South of Heaven do Krisiun. Faixas como Dawn of Flagelation, a faixa-título e Sepulcral Oath são exemplos de, como pode desacelerar o som, mas sem perder a brutalidade. A capa foi desenhada por Joe Petagno, conhecido por desenhar diversas capas para o Motorhead. Ageless Venomous fez muito sucesso, que conseguiu parar na lista dos 100 melhores discos de 2001, segundo a Rolling Stone. Depois disso, a jornada do trio de Ijui/RS continuou trilhando, para o infinito.

Franquia Mad Max

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Com uma franquia dessas, só poderia sair da mente fértil de George Miller. Mad Max se tornou sinônimo de filme pós-apocalíptico da década de 80, culminando em outras produções como Fuga de Nova York e O Exterminador do Futuro. O primeiro, rodado em 1979, é lançado no ano seguinte, custou 400 mil dólares. E faturou mais de 100 milhões. Foi a primeira produção australiana a fazer sucesso no Ocidente. Max Rockatansky (Mel Gibson) é um policial de elite que combate criminosos, entre eles uma gangue de motoqueiros, liderado por Toecutter (Huge Keays-Byrne). Max precisa proteger sua família do perigo. Com o sucesso do primeiro, George Miller fez Mad Max 2: A Caçada Continua. Nele, Max virou nomade das estradas, depois da morte da mulher e filho. E vaga em busca de combustível, até Então o bem mais precioso. Ele encontra uma comunidade que possui galões de petróleo e, ao mesmo tempo, uma gangue de mercenários. O filme teve um custo maior do que o primeiro (US$ 3,3 milhões) e lucr...

Hellgarden - Making Noise, Living Fast

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Gravem bem o nome dessa banda: Hellgarden Isso mesmo. A banda veio de Botucatu para tocar o terror e o dedo na ferida, dessa sociedade capitalista e selvagem. Formada por Diego Pascuci (vocal), Caick Gabriel (guitarra), Guilherme Biondo (baixo) e Matheus Barreiros (bateria), Hellgarden pratica um Thrash/Groove Metal, fortemente influenciado pelo Pantera, Machine Head, Lamb of God, Down e Crowbar. Seu disco de estreia, Making Noise, Living Fast, é uma produção digna de trabalho ímpar, de dar inveja a qualquer produção gringa. Oito faixas bem compostas, que dá vontade de se descabelar todo. A banda se apresentou, recentemente, na capital Paulista, abrindo para o Krisiun. Ótimo começo, para quem estreou durante a pandemia.

São Paulo dá um chute no saco da Covid, com Show do Krisiun

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O dia 21 de novembro de 2021 entrou para a história do Metal Brazuka, com o retorno das apresentações de bandas nacionais, em tempos de pandemia. E uma delas é a gaúcha Krisiun , que estava encerrando a turnê do seu último disco, Scourge of The Enthroned. Com a abertura dos paulistas do Hellgarden, o domingo promete. Ao olhar em volta, vários headbangers estavam com ou sem máscara, e tomando cerveja na entrada. Foi só entrar, com ingresso na mão e o comprovante de vacinação na outra, é que entramos nas dependências do Carioca Club. O lugar estava dividido. A pista na frente estava livre, enquanto a de trás tinham mesas e cadeiras. O lugar dos merchandising das bandas estava disponível. Todas as camisas do Krisiun custavam 50 reais (se fosse uma banda gringa, o custo seria maior!). Mas, vamos ao show. As cortinas abriram e Hellgarden inicia o Massacre sonoro, para a alegria dos headbangers. A banda de Botucatu/SP, formada por Diego Pascuci (v), Caick Gabriel (g), Guilherme B...

Krisiun - The Great Execution

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Em 2011, o mundo do Metal ficou chocado com o lançamento do Illud Divinum Insanus, do Morbid Angel. Totalmente diferente daquele som brutal, nos primórdios dos anos 90, a banda americana conseguiu ir, da fama à lama. Para poupar os fãs metálicos da vergonha alheia, os gaúchos do Krisiun lançaram The Great Execution, mantendo a sua receita de como se faz um Metal Brutal e violento, sem perder a técnica apurada. Considerado o mais épico da sua discografia, o disco tem faixas mais longas, hinos de batalha e uma arte gráfica totalmente à moda do Krisiun. Os irmãos de Ijui/RS chamaram o violonista Marcelo Caminha para acompanhar nos arranjos (inicialmente queriam o Yamandu Costa) e o João Gordo, que compôs Extinção Em Massa, um dos destaques do Disco, além da The Will to Potency (que virou clipe totalmente Tarantinesco) e Blood of Lions. Você tem dúvida sobre qual disco do Krisiun é o melhor? Recomendo ouvir TODOS!

Deicide - O álbum autointitulado

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Toda banda de Metal é polêmica, por extrema natureza. Desde que o Black Sabbath surgiu, o estilo foi associado ao mal. Várias encarnações fizeram seus papéis, em diversas modas e estratégias de chamar a atenção da mídia (especializada ou não!). Uma delas é a estadunidense Deicide. Formada nos anos 80, com a fusão das bandas Amon e Carnage, Glen Benton, Steve Ashein, e os irmãos Eric e Brian Hoffmann uniram suas amaldiçoadas forças e gravaram demos, no lendário Morrisound, com a produção do Scott Burns. Numa estratégia de conseguir um contrato com a gravadora (na época, a mais famosa!) Roadrunner, Benton encurralou Monte Conner e disse: "Assina com a gente, Cuzao!". Sem entender nada, Conner achou que o vocalista era mais um moleque que gastou grana no Morrisound à toa. Depois de ouvir uma das demos, o A&R da Roadrunner ofereceu um contrato com o Deicide e gravaram, no mesmo estúdio e com Scott na produção, o clássico disco Deicide, em 1990. Com uma capa sinist...

A História Não Contada do Motorhead

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No mundo do Rock and Roll, não houve uma banda que fosse divisor de águas, como a inglesa Motorhead. Neste blog, já puxei o saco do seu mentor Lemmy Kilmister e sua trajetória de sucesso. Mas, depois de ler A História Não Contada do Motorhead, do escritor e jornalista Joel McIver, percebi o quanto eu (e todos vocês!) continuam admirando a banda, mesmo depois do seu fim, em 2015. O escritor foi super cuidadoso, ao relatar os altos e baixos da banda, os clássicos discos, as turnês, o sexo, Drogas e Rock and Roll, além de descer a borracha das gravadoras e empresários inescrupulosos, que existem hoje em dia, prejudicando o trabalho das bandas, que sonham com o lugar ao sol. Assim como nas biografias do Lemmy, o livro também fala das polêmicas dele, em relação à acusação de ser associado ao nazismo, que sempre negou. Sem falar que ele condena o uso de tecnologia e outras coisas cabeludas. Portanto, é por essas e outras, que eu tenho orgulho de estampar o símbolo do Motorhead no...