Duro de Matar


Antes do Velozes e Furiosos existir, um filme de ação virou um fenômeno, chamado "filme com cenas impossíveis": Duro de Matar, estrelado pelo Bruce Willis e dirigido por John McTiernan, com roteiro de Steven E. de Souza.

John McClaine (Willis) é um policial de Nova York, que vai até Los Angeles para encontrar sua esposa Holly (Bonnie Bedella), no edifício Nakatomi Plaza, que estavam na festa da firma, no Natal.

Porém, um grupo de terroristas alemães invadem o prédio e fazem reféns os funcionários do escritório. McClaine, que se meteu em uma roubada, fica com o cu na mão, e tenta resolver a parada sozinho, em tiradas engraçadas que só o roteirista do filme sabe escrever.

É aí que entra as performances, como o vilão Hans Gruber (Alan Rickman), numa interpretação magnífica. Mas, o Willis não fez feio e pegou o filme com a palma da mão. A polícia mija nas calças, sem saber quem está por trás do terror do prédio.

O prédio onde se passa a história é real e se chama Fox Plaza, sede dos estúdios Fox em Century City, Los Angeles. Na época os produtores procuravam um local para as filmagens e o prédio, que ainda estava em construção, como no filme, foi considerado ideal para a história.

Duro de Matar popularizou o gênero dos filmes de ação, endeusou Bruce Willis, e teve quatro sequências, todas estreladas pelo mesmo ator. Foi indicado a quatro Oscars, todos técnicos.

O filme foi orçado em US$ 28 milhões e arrecadou US$ 140 milhões. Nada mal para quem atuou em A Gata e o Rato.

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