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Mamonas Assassinas

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Um disco pode transformar um artista em fenômeno. E, por causa do destino, a carreira acaba tragicamente. Mas, o artista (ou uma banda) sempre ficará marcada no coração de quem já viu, ao vivo. Eu não tive a oportunidade de ver os Mamonas Assassinas, ao vivo. Somente nas jovens tardes de domingo, na TV aberta. E era constante as aparições deles em tudo o que é programa. É motivo de sucesso. Mas, a carreira deles começou de um jeito curioso. Antes eram a banda Utopia. Mas, resolveram homenagear a bela Mari Alexandre e resolveram se chamar Mamonas Assassinas. Quando gravaram uma demo, mandaram pra tudo quanto é casa de show. A resposta? Porta na cara da banda. Até que o Rick Bonadio resolveu produzir o disco de estreia dos garotos de Guarulhos. Dinho, Júlio, Sérgio, Samuel e Bento tocavam e cantavam como se estivessem brincando de casinha. Lançado o disco, era a hora do tudo ou nada. Ouvindo o disco hoje, pode ser um tanto embaraçoso. Mas  na época, TODAS as músicas foram...

No Celebration: A Biografia oficial do Paradise Lost

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Vindos da cidade de Halifax (ING), o Paradise Lost é uma resposta ao Metallica. Veja bem: ambas as bandas são idênticas (qualquer semelhança, tanto no vocal, quanto nos discos, são meras coincidências), mantém as mesmas formações, nos primeiros anos fizeram discos únicos, sendo que inventaram estilos (O Metallica, com seu Thrash Metal e o Paradise Lost, o Gothic Metal). Lançaram seus principais discos, no auge das carreiras (Black Álbum e Draconian Times), porém, experimentaram o lado pop e mudaram de visual. Nos últimos anos, reencontraram o headbanger das suas almas e lançaram discos sensacionais. Só há uma diferença: o Metallica foi marcado pela tragédia. E o PL continuou a trilhar o seu legado. Contado pelo autor David E. Gehlke, em seu livro No Celebration, lançado pela editora Estética Torta, com entrevistas de Nick Holmes, Greg Mackintosh, Aaron Aedy e Steve Edmounson, além dos bateristas que já passaram.

Hatebreed - The Concrete Confessional

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Que o Hatebreed é uma banda seminal do Metal/Hardcore, todo mundo já sabe. Mas o que poucos sabem é que a locomotiva da banda não parou. E realizaram, junto com o produtor Zeuss, o The Concrete Confessional. O que se ouve aqui é puro creme do Hardcore brutal responsa. Jamey Jasta grita como um gorila. Seus vocais estão mais afiados. A banda toda colabora com um som cristalino. Sem falar da produção, que está nos trinques. Não dá para destacar uma só faixa, todas são cheias de ódio americano, recheado de mensagens positivas de autodeterminação. Seria o Hatebreed o Pantera do novo milênio?

Red Front: Metal Brazuka preparando para a guerra

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O Metal Brazuka tem se tornado uma vitrine de novos destaques, apesar das críticas de que o movimento foi "declarado" morto. Nomes como TRAYCE, PROJECT46, NERVOSA, HOLINESS, MUQUETA NA OREIA e RED FRONT são exemplos mais recentes. Inclusive a última mostra que som pesado e interação com o público podem caminhar juntos. Após a bem-sucedida Demo (distribuida com a famosa gelatina Red Front), a banda formada por Léo (v), Oscar e Marcelo (g), Marq (bx) e Daniel (bt) lançaram Memories of War, uma bomba-relógio prestes a explodir os tímpanos. Com produção da banda e gravado no Mr. Som, peças como Killer, Institutions Down, Circle of Hate (que virou clipe, incluso do CD), Just a Game, Disaster (sobre a tragédia da TAM) e a faixa-título provam que os caras não estão de brincadeira. Self Flagellation merece sua menção com seu refrão pegajoso. Nos shows, a banda vem se destacando, abrindo para lendas como Destruction, Sodom e Death Angel. Já pisaram na Europa para esparrama...

Black Sabbath: Obrigatório, se você acredita em duendes!

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Desde sua criação, no dia 13 de Fevereiro de 1970 (numa sexta-feira!), o Black Sabbath virou o Rock de cabeça para baixo com riffs fúnebres de Tony Iommi, das letras sombrias do Geezer Butler e dos vocais jazzísticos de Ozzy Osbourne (antes dele estragar tudo por causa das bebedeiras!). Seus discos viraram peças obrigatórias para qualquer ex-hippie frustrado com aquela pregação de ¨Paz e Amor¨, extinta naquele fatídico festival de Altamont, durante a turnê dos Rolling Stones. Após o bem sucedido Volume 4, Ozzy/Tony Iommi/Geezer Butler/Bill Ward trocaram o estúdio Record Plant e se hospedaram em um castelo chamado Clearwell Castle, no País de Gales, também refugio de bandas como Deep Purple, Led Zeppelin e Rush. Durante as gravações, o guitarrista acreditava que teria visto assombrações naquele recinto, como gnomos, duendes, gárgulas, ruídos, sombras, além de pregar peças em seus companheiros. Se for verdade ou não, o que temos certeza é que Sabbath Bloody Sabbath se tornou ...

Ratos De Porão/Looking For An Answer: Raiva X Fúria

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Quem achava que a Espanha era o País das touradas, dos filmes do Pedro Almodovar e da Seleção campeã do mundo de 2010, saibam que o país também é sinônimo de música extrema, depois de escutar o split Ratos De Porão/Looking For Na Answer. Após o disco Homem Inimigo do Homem (2006), João Gordo (v), Jão (g), Bôka (bt) e Juninho (bx) romperam o silêncio e deram sua amostra do que há de mais sujo e agressivo, antecipando seu próximo trabalho de estúdio. Exército de Zumbis virou "hit" ao abordar a praga que assola nossa sociedade. Paraíso da Soberba e Martelo dos Hereges não dão sossego botando pra fora toda a podridão, seja na política, religião e cretinagem. Tirando do baú, Guerrear e Políticos Em Nome do Povo introduzem o cover do LFAA, La Matanza, no melhor estilo "boca cheia de pão-de-forma" do Gordo. Pra quem pensam que ele se converteu a essa "crença" e se dedicar ao Legendários, esperem pela nova bolachinha. Por outro lado, os espanhóis vomit...

Pantera: Firme e forte no cenário metálico

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Com dois álbuns na bagagem (Cowboys From Hell e Vulgar Display of Power), o Pantera continuava firme e forte no cenário metálico, ao lado do Sepultura, Machine Head e Biohazard, apesar de o estilo estar quase morto (para os críticos!), devido à ascensão do grunge. Depois do sucesso do Vulgar, o quarteto texano se manteve no topo mais alto, devido aos seus shows e performances agressivas. Lançado em 1994, Far Beyond Driven alcançou o primeiro lugar da Billboard, na semana de lançamento. Toda a extremidade desse petardo está registrado. Logo no início vêm Strengh Beyond Strengh, ultrapassando a mil por hora. Becoming remete ao glorioso Black Sabbath, introduzindo 5 Minutes Alone, o melhor exemplo de riff e refrão, com direito a solo de cima para baixo. Mas não pense que o disco só se resume a essas músicas. I'M Broken, Sheeding Skin, 28 Years, Hard Lines Sunken Cheeks, Used My Third Arm (que era uma faixa perdida, chamada Piss, lançada na edição especial de VDoP) também f...