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A Origem do Red Hot Chili Peppers: Our Brother, Hillel

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O Red Hot Chili Peppers é um dos grupos de rock mais bem sucedidos de todos os tempos, sempre com shows lotados e atrações principais em diversos festivais, além de ser vencedor do Grammy, milhões de discos vendidos e clipes com bilhões de visualizações no YouTube. MAS, o começo não foi fácil. E isso tudo foi mostrado no documentário A Origem do Red Hot Chili Peppers: Our Brother, Hillel, que está disponível na Netflix, desde 20 de março. Flea e Anthony Kieds deram seus depoimentos sobre o começo da banda, além da sua relação com o antigo guitarrista e amigo Hillel Slovak. Seus passeios, as aventuras, as festas, o começo do gosto pelo rock foram fundamentais para a criação do RHCP. Os primeiros discos tinham aquela pegada Funk com o Rock e Metal, tudo isso sob influência do George Clinton, que produziu o segundo disco deles. Parecia que estava tudo bem. Porém, aquele inimigo traiçoeiro passaria a incomodar os planos: se chamava D-R-0-G-@-S! E a sua vítima era Slovak. Além d...

Ereboros - EP auto-intitulado

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Oriunda do "Hell" de Janeiro, berço de inúmeras encarnações do Metal, como Dorsal Atlântica, Metalmorphose, Necromancer, Taurus, Hicsos, Unearthly e LAC, a banda Ereboros lançou, em 2023, seu auto-intitulado EP. Com fortes influências de Behemoth, Nile, Morbid Angel e Deicide, a banda despeja 5 faixas diabólicas. Não é à toa que Karl Sanders convidou essa banda para abrir seus shows em 2026. Potencial tem de sobra. Esperamos que Ereboros regurgita seu full-lenght, para desespero dos cristãos ortodoxos e euforia pra seus fiéis seguidores do oculto.

Sábado com Grindcore à moda Brazuka

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O sábado sempre foi um dia para curtir o fim de semana, depois de segunda à sexta cheia de obrigações do cotidiano. E nada melhor do que curtir um show de Grindcore, com as bandas Facada e D.E.R., em pleno Sesc Belenzinho. Enquanto as duas bandas estavam fazendo a passagem de som, várias famílias estavam comendo de boa. Ao testar a microfonagem, ouvia-se as crianças gritando para pararem com o "barulho". Claro que, mesmo com as coitadas das crianças chorando e não aguentando o som tenebroso, saibam que o soundcheck é parte do trabalho dos artistas. Ou seja,SÓ estavam fazendo o trabalho deles. Só isso. Chegada às 19h30, o público compareceu em peso, antes para conferir o merchandising das duas bandas. É claro que os integrantes estavam lá na banca para vender seus produtos. Quando soou às 20h30, o áudio mecânico anunciou as duas bandas presentes. E, por incrível que pareça, dividiram o mesmo palco, com duas baterias montadas. A cearense Facada estava di...

ROT/Facada - Entre a Sincronia Com o Fim do Mundo

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Recado muito importante à quem possa se interessar: esse disco não é indicado para quem ouve MC PIpokinha, Manu Batidão e Oruam! Dito isso, vamos ao que interessa, de verdade! Duas das mais importantes vertentes do som extremo underground Brazuka se uniram para criar uma bomba-relógio prestes à detonar seus tímpanos. ROT e Facada lançaram, em 2025, o split Em Sincronia Com o Fim Do Mundo. Com 22 faixas, o disco promete ser um despertador ambulante pra quem quiser acordar no pique para enfrentar o mundo que nos prepara. A paulistana ROT regurgita 14 "baladas" com sabor de enxofre, testemunhando a desgraça da humanidade. Enquanto a cearense Facada termina o genocídio com 8 canções com cheiro de jabá podre, com direito à um reggae pra terminar. Realmente, ninguém está imune à tanta podreira sonora. Vão ouvir Ana Castela, por favor!

Al Pacino - Sonny Boy

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Nas palavras do seu amigo Heathcote Williams, "a fama é a perversão do instinto natural humano de querer validação e atenção". Foi com esse pensamento que conhecemos o talento do ator Al Pacino, que conta em sua autobiografia Sonny Boy. Nascido e criado no Bronx, em Nova York (EUA), o "filhinho" foi criado pela sua mãe superprotetora, depois de se separar do seu marido. O pequeno Al cresceu em meio à marginalidade com seus amigos, passando por muitos perrengues. Mas, sua vida mudou quando entrou na Escola de Artes Cênicas. E foi no Teatro que sua personalidade se intensificou. O que, realmente, foi o seu auge, foi no cinema, quando atuou em diversos filmes, como Sérpico, Um Dia de Cão, a trilogia de O Poderoso Chefão, O Espantalho, Scarface, Vítima de uma Paixão e O Pagamento Final. Al conquistou plateias com personagens intensos e sinistros, como Michael Corleone, Tony Montana e o rabugento Frank Slade, do filme Perfume de Mulher, no qual ganhou seu Osc...

Zumbis do Espaço - A Fúria Selvagem

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Se você é fã de filmes de terror e curte punk rock à moda Brazuka, essa banda você vai gostar. E se chama Zumbis do Espaço. No ano passado, lançaram A Fúria Selvagem, com aquela mistura de Punk, Metal, filmes de terror e música brega, estilo Reginaldo Rossi e Odair José. O disco começa com a intro Surf Sangrento, no melhor estilo Beach Boys do inferno, para, a seguir, com Fúria Selvagem. Ouvindo todo o disco, dá pra sacar que a banda não está de brincadeira (ou está?), pois Tor Tauil (vocal), Rafael Romanelli (guitarra), Guilherme Martin "Guillas" (bateria) e Luiz Tavares "Gargoyle" (baixo) beberam querosene com limão podre num boteco fedorento e compuseram esse LP. O final pode ser uma "homenagem" ao Ultraje A Rigor, com A Canção da Loucura Que Sobra, pois o começo lembra muito o Nós Vamos Invadir Sua Praia. Realmente, uma trilha sonora para a sexta-feira 13.

Scott Weiland - Não Estou Morto Nem À Venda

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No Rock, tem aquela frase que se aplica à tríade Sexo, Drogas & Rock'N Roll: "viva rápido e morra cedo". Pode ser clichê essa frase,mas, testemunhamos muitas mortes de astros do Rock, em diversas circunstâncias. Nos anos 90, no auge do Grunge, tivemos grandes ícones, que, com o passar dos anos, também sucumbiram aos excessos. E um deles foi Scott Weiland. O vocalista escreveu sua autobiografia, intitulada Não Estou Morto Nem À Venda, em 2011, quatro anos antes dele falecer, devido à uma overdose acidental. E a Editora Belas Letras lançou esse livro, para saber, em suas palavras, sobre sua vida. Scott sempre viveu sob vícios, @bVs0s, violência, dramas, mas, o Rock sempre foi seu catalisador de curar suas feridas. Quando resolveu ser vocalista, seja no Stone Temple Pilots ou no Velvet Revólver, ele levou toda sua experiência mal acostumada para os palcos e nos discos. Mesmo sendo pai e tentando se livrar do vício, Scott viveu dando seus bolas-foras e prejudi...