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Deu A Louca Na Chapéuzinho (2005)

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Um recado às crianças: nem todos os contos de fada são, exclusivamente, para vocês. Sabe aquelas histórias que seus pais contam, antes de dormir? Pois é, NÃO ACREDITEM! Depois do sucesso do Shrek 1 e 2, a The Weinstein Company (sabem quem são um dos donos!) resolveu investir numa animação stop-motion, com um toque cômico e sem-noção, pouco convencional às animações tradicionais. E eis que surgiu Deu A Louca Na Chapéuzinho, com aquela baboseira que todo mundo conhece e tá de saco cheio. Poderia ser uma produção p0rn0gr4f1c4, com duplo sentido e fazendo apologia à z00f1f14. Mas, como não podem agredir as crianças, criaram uma trama policial em cima do caso, envolvendo Chapéuzinho Vermelho, sua vovó, o lobo mau e o lenhador. E a polícia, toda formada por animais antropomórficos, tentam resolver esse caso. Pelas cenas, parecem que beberam da fonte de filmes consagrados. Além, é claro, de piadas pesadas e nonsenses, para deleite dos adultos. O filme custou US$ 8 milhões para ser...

Robocop - O Policial do Futuro (1987)

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Numa época em que o século XXI se tornou uma terra sem lei, somente um ser, metade homem e metade máquina, pode ser a verdadeira salvação para uma cidade, Tomada pelo crime. E esse ser é ROBOCOP. Para fazer esse filme, o diretor Paul Verhoeven, que recusou duas vezes até aceitar dirigir esse filme, usou toda sua técnica sarcástica e olhar psicótico ao dar corpo e alma ao ciborgue. Em uma Detroit futurista, Tomada pela criminalidade, o policial Alex Murphy e sua parceira Lewis caçam a Gangue, liderada por Clarence Boddicker. Lá na usina abandonada, Clarence e seus capangas torturam Murphy até a morte. A OCP, órgão contratado pela prefeitura para comandar a força e a segurança policial, usam o cadáver do Murphy e criam Robocop. Pronto pra guerra, o ciborgue vira mania local. Porém, ele precisa lidar com traumas do seu passado, além de caçar os culpados pela sua morte. O filme fala sobre humanidade, violência, corrupção corporativa e uma sátira ao governo Reagan. Robocop foi s...

Os Replicantes - 40 Anos

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A banda gaúcha Os Replicantes completou 40 anos, em 2024, e poderia ter feito seu show de comemoração no dia 16 de maio, mesma data em que se apresentaram, pela primeira vez. Porém, devido à pior tragédia da história do estado do Rio Grande do Sul, eles adiaram para 15 de agosto, no Bar Opinião, com lotação esgotada. Contando com os membros fundadores, os irmãos Cláudio e Heron Heinz, além da vocal Júlia Barth e o batera Cleber Andrade, a banda chamou seus eternos companheiros de guerra, como o "Punk Brega" Wander Wildner, Carlos Gerbase, Luciana Tomasi e Ricardo King Jim Cordeiro. Juntos, fizeram a festa, com clássicos, como Nicoti a, O Futuro É Vortex, Hippie Punk Rajneesh, Astronauta, Punk de Boutique, Surfista Calhorda e a maior celebração do Punk, "Festa Punk". O LP foi lançado pelos dois selos, a Made In Doul e E-Discos.Net.

Rex Brown - Verdade Oficial: Nos Bastidores do Pantera

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Existem bandas, cujos integrantes se tornam (ou tornaram) testemunhas oculares de inúmeros problemas e diversas atitudes, que fizeram com que marcassem as suas trajetórias. E se eu disser que houve uma banda que, por tudo o que fizeram, acabou, de forma trágica? Pois bem, essa foi a Pantera. E quem acabou colocando no papel foi o baixista Rex Brown. Em seu livro Verdade Oficial: Nos Bastidores do Pantera, Rex relata, em tom pessoal, sua carreira com a banda, desde os anos 80, quando eram uma banda de Glam Metal, até a chegada do Phil Anselmo, que mudou a mesa de lugar, pra entrar na história do Groove Metal, com o lançamento do Cowboys From Hell, de 1990. Foi nesse auge que o Pantera conquistou o mundo, com seu som violento e com a técnica do Dimebag Darrell, que foi seu amigo e "irmão", mesmo nas horas mais difíceis. Como todos sabem, o Pantera acabou em 2003, mas, a tragédia foi ainda pior, com o 4ss4ss1n4t0 de Dimebag, em 8 de dezembro de 2004 (mesma data da m0...

Manger Cadavre? - Como Nascem os Monstros

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Se existe uma banda que mais testemunha o caos, a intolerância e o imperialismo econômico que mais castiga o ser humano, essa é Manger Cadavre?, de São José dos Campos. Como Nascem os Monstros mostra que os avanços tecnológicos, como a Inteligência Artificial e a disseminação de Fake News, vêm atormentando ainda mais a mente de pessoas inocentes. O disco é temático e fala sobre o medo, cujas causas são tão intensas, que nos submetem à neurose, sem falar da manipulação que enfrentam todos os seres humanos. Várias pessoas perdem seus direitos trabalhistas e benefícios pra se sustentar, causadas pela ansiedade e depressão, afetando a saúde mental. Sem contar que os EUA existe um Anticristo anunciando o fim dos tempos, como vocês podem ver nos noticiários sobre o Tarifaço, castigando a economia brasileira. Realmente, o recente trabalho dessa banda promete ser um clássico atemporal do underground brasileiro.

Annihilator - Double Live Annihilation

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O Annihilator, ou melhor, Jeff Waters, é um dos nomes mais importantes do Metal canadense, com discos bem compostos e pesados, tecnicamente falando, mostrando o talento e a habilidade do multi-instrumentista Waters. Claro que também é conhecido por mudar de músicos, constantemente. Nos shows ao vivo, a banda (ou projeto) demonstra uma performance avassaladora. E isso foi registrado no duplo ao vivo Double Live Annihilation, lançado em 2003, com o show realizado na França, em 2002. Jeff estava na companhia de Joe Comeau, Randy Black, Curran Murphy e Russ Bergquist, formação que gravou Carnival Diablos e Waking The Fury. É lógico que Annihilator demonstrou uma agressividade e técnica absurda. No disco 1, estavam as músicas da fase da formação. Mas, o creme principal está no disco 2, com os clássicos, como Set The World On Fire, Never Neverland, Phantasmagoria, Refresh The Demon e Alison Hell. O set termina com a hard Shallow Grave, com aquela pegada AC/DC. Depois desse disco,...

Caught In A Mosh - A Era de Ouro do Thrash

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Martin Popoff criou a trilogia do Thrash Metal, iniciada com o primeiro livro Hit The Lights, abordando o lançamento do Kill'Em All, do Metallica. E agora resolveu lançar seu segundo livro, Caught In A Mosh, com a história do auge do estilo, lançado pela editora Denfire. Nele, Popoff entrevistou inúmeros e ilustres músicos e profissionais da música falando sobre os lançamentos de diversos discos, turnês, a cena no modo geral, as polêmicas e tudo o que o verdadeiro headbanger mais gosta. Os discos citados foram Ride The Lightning, Master of Puppets, Killing is My Business..., Spreading The Disease, Hell Awaits, Bonded By Blood, Peace Sells... e Reign in Blood. Claro que, como todos sabem, ocorreu a tragédia do Cliff Burton, em 1986. Mas, com certeza, o Thrash viveu seu melhor momento, que jamais vai voltar.