Postagens

Nephasto - Deformed Deviation

Imagem
Pela capa, só pode ser mais uma banda de Black Metal norueguesa, com integrantes maquiados de corpse paint e com as bocas de sangue falso, empunhando cruzes invertidas e caveiras de bodes. Estou certo? NÃO! O nome Nephasto pode até ser essa banda, MAS, é um projeto de duas garotas do Death Metal: Erika Osterhout e Luana Dametto. Sim, vc não leu errado! A Luana, baterista da Crypta, participa desse projeto, com a Erika, que gravou os vocais, guitarras e baixo. E para dar à luz, lançaram o EP Deformed Deviation, contendo duas faixas. O som é um Death Metal Old School, na linha do Suffocation, Cannibal Corpse (das antigas!), Malevolent Creation, Hypocrisy e Vader. A faixa-título e a cover de Demigod, As I Behold I Despise, mostram que a dupla não está de brincadeira. Se você está acostumado com a Luana descendo a mão sem dó nem piedade na Crypta, ela eleva ao cubo toda sua apurada técnica. Tomara que o Nephasto lance, pelo menos, um disco completo. Apenas, pra mostrar o caos s...

Quatro anjos demoníacos invadem o Hangar 110

Depois de um fim de semana intenso, com o Bangers Open Air, São Paulo tenta voltar ao seu cotidiano. Porém, a maratona de shows continua à todo vapor. Na terça, os americanos do Nevermore se apresentaram no Carioca Club, depois de um show memorável, no Bangers. Mas, na Zona Norte, praticamente no Bom Retiro, ocorreu o show da Crypta, no Hangar 110. A fila estava se movimentando, apesar da chuva que tomou conta da entrada no recinto. As portas abriram às 19h00 e os fãs se deslocavam na frente do palco, e também acompanhando a banca de merchandising. Quando soou às 19h30, as cortinas do palco se abriram e eis que Allen Key abriu o espetáculo. Karina Menascé e seus asseclas tocaram com muita intensidade, seja com seu Metal pesado e também com a vocalista nos emocionando ao tocar piano. E teve até circle pit, no momento Thrash. A banda ainda estava divulgando seu disco The Last Rhino e alguns singles que vÊm lançando. Ponto positivo. O local estava abarrotado e quando soou 21h00, as cortin...

Faith No More - The Real Thing

Imagem
Após dispensar o maluco do Chuck Mosley, o Faith No More resolve compor seu terceiro disco, ainda sem vocal. Então, resolvem convidar o Mike Patton, que era do Mr. Bungle, para escrever as letras do disco. Assim nasceu The Real Thing, de 1989, produzido pela banda e por Matt Wallace. Com nove faixas, o álbum é uma salada de música pesada, da melhor qualidade. Aqui tem Rock, Metal, Hip-Hop, Funk, Jazz e Progressivo. Claro que todos conhecem a emblemática Epic, tocada à exaustão e que virou o maior hit do FNM. Mas, não é só dessa música que vive o The Real Thing. Há faixas muito boas, como From Out to Nowhere, Falling to Pieces, Surprise! You're Dead!, a faixa-título e, fechando o vinil, com a instrumental e sensacional Woodpecker From Mars, que poderia tocar no episódio do Pica-Pau. Com esse disco, a banda conquistou o mundo, principalmente, o Brasil, em que foi atração do Rock In Rio 2, ao lado do Guns 'N Roses. Sendo que a banda do Axl Rose foi ofuscada por Mike Pa...

Jackson do Pandeiro - O Ritmo na Palma da Mão

Imagem
Quando se fala na música nordestina, um dos nomes que vem em mente são: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Eamalho, Alceu Valença, Zé Ramalho, entre outros. Porém, existiu um único artista que compôs quase 500 músicas e, por incrível que pareça, só foi reconhecido, depois da sua morte. O nome? José Gomes Filho. Ou melhor, Jackson do Pandeiro. O escritor e pesquisador Deribaldo Santos escreveu o livro Jackson do Pandeiro: O Ritmo na Palma da Mão, abordando, em caráter arqueológico, a vida e obra do, denominado, "Rei do Ritmo". Nascido na Alagoa Grande, na Paraíba, Zé Jack adquiriu seu talento, cantando sambas, coco, forró e embolada. Compôs inúmeras músicas com gente graúda da música nordestina, absorveu estilos que ele pouco conhecia, através do cinema. Neste livro, o escritor cita passos educacionais e filosóficos sobre a importância do Jackson na MPB, entrelaçando momentos importantes da cultura brasileira e da história do nosso país, no século 20. Jackson do Pand...

Som Extremo conquista São Paulo no aniversário do Wacken

Imagem
Fotos: Vini Vieira (@vinivieirafilmmaker) O maior festival de Metal do mundo completa 35 anos, e nada melhor do que os países comemorarem com um mini festival, chamado Warm Up Party, realizado em diversas nações. E o Brasil não poderia ficar de fora, pois a organização do Bangers Open Air fez esse mini festival. O local escolhido foi na Audio Club, localizado na Barra Funda, próximo ao Terminal Barra Funda, em São Paulo. As bandas que se apresentaram foram Krisiun, Korzus, The Troops of Doom e The Mist. Adentrando ao local, vimos os headbangers fazendo fila, em meio ao calor extremo, mas com algumas nuvens, ameaçando de chover (coisa típica da cidade). A imprensa foi deslocada entre o estacionamento da Audio com a Vila Country. E lá dentro, podemos ver as bancas de merchandising sendo montadas, com várias variedades. A primeira banda a se apresentar foi a mineira The Mist, liderada pelo lendário vocalista Wladimir Körg, divulgando seu bem sucedido ál...

Nervosa - Slave Machine

Imagem
Após comemorar seus 15 anos, debutando no Metal, a Nervosa solta seus cachorros raivosos, com seu sexto disco Slave Machine. E parece que Prika Amaral não poupou nos riffs e, também, nos vocais, sendo o seu segundo álbum em que ela domina na voz cavernosa. Ou seja, a Loira soltou a leoa dentro das suas entranhas. Produzido por Prika, sua fiel escudeira Helena Kotina e Martin Furia (guitarrista do Destruction), o disco vomita 12 faixas diabólicas, dando uma Surra na cara dos m4ch1st4s de plantão. Na formação, além de Prika e Helena, estão Hel Pyre e Emmelie Herwegh no baixo e Michaela Naydenova na bateria. Michaela volta ao seu posto, no lugar de Gabriela Abud, que apenas participou em algumas letras e nas linhas de bateria de duas faixas. Várias músicas mostram que a Nervosa amadureceu muito bem, como a faixa-título, Ghost Notes, Impending Doom, You Are Not a Hero e The New Empire. Para divulgar seu trabalho, lançaram três clipes de Slave Machine, Impending Doom e Ghost Not...

Super Mario Galaxy - O Filme (2026)

Imagem
Novamente, devo exaltar minha infância, quando eu ficava tardes inteiras jogando Super Mario Bros. Porém, eu nunca tive a oportunidade de jogar um Nintendo 64. Mas, eu já joguei Nintendo Wii, com o Mario Kart. E posso dizer que foi uma sensação memorável. Depois de lucrar mais de 1 bilhão de dólares com o primeiro filme, novamente fizeram Super Mario Galaxy, baseado no mesmo jogo do Nintendo Wii. E, dessa vez, a aventura será no espaço. A Princesa Rosalina foi sequestrada pelo Bowser Jr., que quer destruir o Universo. Mas, primeiro, ele quer resgatar seu pai, que foi aprisionado pela Princesa Peach, no Reino dos Cogumelos. É lá que Mário e Luigi vivem, após derrotar o Bowser e salvar Brooklin. Durante sua jornada, eles encontram Yoshi, um pequeno dinossauro simpático e comilão. Voltando ao tema, Peach fica sabendo do sequestro da Rosalina e parte, junto com Toad, para o resgate. Mario e Luigi também vão salvá-la. E é aí que entra mais um componente (e também cria da Nintend...