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Brutal Reality - The Cycle of Fall

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O mundo não está preparado para encarar as novas tendências tecnológicas, especialmente a Inteligência Artificial, que domina o cotidiano da população. Através dela, a criatividade orgânica está em risco de se tornar dependência mental. Isso também acontece na música, no âmbito geral. Algumas produções são criadas, através do IA, sem qualquer interferência do ser humano. Mas, apenas uma banda resolveu testemunhar o caos digital. E essa banda é Brutal Reality. Formada em 1998, em São Paulo, e com as atividades retomadas em 2022, a banda formada por Júlio César (v/g), Danny Schneider (bx) e Edilson Alves (bt) lançaram em 2025 o debut The Cycle of Fall. Com seu Death Metal old school, a banda aborda temas atuais, como a manipulação da mente, a decadência da humanidade e a corrupção. As faixas são de fazer quebrar tudo e se jogar de cabeça num penhasco e quebrar a espinha. Produzido por Rogério Wecko, na Dual Noise Studio, o disco é um convite ao "mosh nosso de cada dia...

Armadilha - Além do Limite Astral

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O Heavy Metal brasileiro tem seu representante absoluto. E se chama Armadilha. E eles inauguraram um movimento, chamado Nova Linha do Heavy Metal Latino Americano, em que engloba várias entidades metálicas de diversas nações, com um único ideal: manter a chama do Metal acesa, contra os modismos e a música ruim que infecta as mentes dos pobres mortais. E a banda lança seu 3º álbum Além do Limite Astral, honrando o legado de suas influências, como Stress, Centúrias, Azul Limão e Avanger, na qual eles prestaram tributo, ao regravarem Missão Metálica, faixa do primeiro volume do Clássico SP Metal. O disco possui 10 hinos de batalha, como a faixa-título, Headbanger, Sangue por Sangue, Xeque-Mate, Erga Seus Punhos e Velhos E Eternos. A mais marcante é Hermandad de Acero, que reuniu músicos de diversos países da América Latina, em uma celebração da união do Metal Latino. O disco foi gravado, mixado e masterizado por Val Santos. Claro que têm as homenagens aos grandes nomes do Som ...

Vazio - Necrocosmos

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Não à toa que o Black Metal teve seu apogeu, nos anos 90, com a Ascenção de inúmeras bandas, como Mayhem, Darkthrone, Emperor, Gorgoroth, Burzum e Marduk. Sem falar que colecionou polêmicas bem sérias, como o ataque à igrejas e assassinatos. No Brasil, temos também algumas bandas que marcaram o Underground, como Ocultan e Vazio. E foi, justamente, essa última que turbinou a cena, com seu som atmosférico e denso, por assim dizer. Depois do primeiro disco, Eterno Aeon Obscuro (2020), a banda, liderada por Renato Gimenez, lançou, em 2024, o seu segundo petardo Necrocosmos. Adicionando elementos afro-brasileiros e temas indígenas, o disco começa com Escuridão Seja Meu Guia, para, a partir daí, seguir com seu peso descomunal. Claro que já vimos de tudo no Metal, e o Vazio não foi diferente, pois consegue desafiar à todos, com suas faixas instrumentais O Despertar de Okutá e Etuê Etuá Kotô Shiua. O Vazio, ainda, vai espalhar o caos e o desespero, perante os infiéis. Se preparem.....

Vazio em meio aos megaeventos em São Paulo

A capital bandeirante virou um centro de grandes eventos no dia 30 de outubro. No Morumbi, ocorreu o segundo dia do show da banda de K-Pop coreana BTS, com um público lotado. Na Barra Funda, principalmente no estádio Nubank Park, o grupo feminino Pop Pussycat Dolls se apresentam, pela primeira vez no Brasil, desde a sua volta aos palcos. Mesmo com esses eventos, só havia uma saída para quem não curte esses shows citados. E, mais uma vez, o Sesc Belenzinho se tornou um campo escuro e sombrio, com a apresentação da banda de Black Metal Vazio. Ao chegar no recinto, já haviam passado o som e, pelo que vi, o público não havia chegado. Afinal, era sexta-feira, dia de expediente. Com isso, foi só esperar às 19h00 para as portas se abrirem. Chegado à Comedoria, vi a banca de merchandising pronta e, à medida que passava os minutos, o público comparecia. Às 20h00, Renato Gimenez e seus asseclas subiram ao Palco. No começo, não se podia ouvir a voz do vocalista, um ponto falho na parte técnica, m...

Rush in Rio (2003)

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Não é à toa que, em termos de shows ao vivo, o público mais animado e intenso sempre são o do Brasil. Basta ver as bandas que se apresentaram aos montes, com o passar dos anos. Eu poderia dizer vários artistas e bandas, mas, a lista é extensa. Sem falar dos festivais e eventos modestos, também. Agora, em 2002, apenas UMA Banda fez seu batismo de fogo, ao se apresentar, pela primeira vez, depois de muitos anos. O nome é Rush. E o trio canadense fez uma turnê muito especial. Divulgando, na época, o álbum Vapor Trails, de 2002, Geddy Lee, Alex Lifeson e o saudoso Neil Peart, tocaram para um público sedento e energético. Em São Paulo, teve o maior público até então, com estimativa de 60 mil pessoas. Mas, foi no Maracanã (RJ), que a banda resolveu gravar seu primeiro DVD ao vivo, para um público de 40 mil. Lançado em 2003, Rush in Rio começou com o hit máximo Tom Sawyer, pra levantar até o mais cálido e frio defunto moribundo. A partir daí, foram só clássicos renomados, como Rol...

O Exorcista (1973)

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Na história do cinema, o gênero do Terror sempre teve várias produções que assustaram vários espectadores. Mas, apenas UM filme virou o jogo e, não só assombrou a maior parte do público, como também entrou para a história da Sétima Arte: O Exorcista. Baseado do livro de William Peter Blatty (que escreveu o roteiro) e dirigido por William Friedkin, o filme aborda a história da garota Regan MacNeil (Linda Blair), de 12 anos, que, sob preocupação da sua mãe, a atriz Chris (Ellen Burstyn), ela teve mudanças de comportamento. Apesar dos esforços da equipe médica, um dos profissionais sugere a Chris de procurar um exorcista. Ela recorre ao padre Damien Karras (Jason Miller), que têm problemas com sua fé, e com a sua mãe, com doença em estágio terminal. Karras recorre ao padre e arqueólogo Lankester Merrin (Max von Sydow). Merrin havia viajado ao Iraque e encontrou objetos relacionados à uma criatura bestial. William Blatty baseou o livro, ao se inspirar na história real do exorci...

Led Zeppelin - The Song Remains the Same

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A banda Led Zeppelin estava em seu mais absoluto auge, com turnês concorridissimas e, também, abusando nos excessos. E foi nos Excessos que a banda mais sofreu, quando se apresentou no Madison Square Garden, em 1973, nas três noites. Foi nesse show que foi registrado o ao vivo e o filme The Song Remains the Same, lançado em 1976. Peter Grant foi o produtor executivo, ao aceitar que a banda fosse filmada. Durante as filmagens, parte da equipe não foi autorizada a registrar no Madison. Porém, após negociações, eles registraram. Robert Plant e John Bonham usaram os mesmos figurinos, enquanto Jimmy Page e John Paul Jones trocavam de roupa. O filme teve alguns segmentos, como a cena dos gangsters, cenas medievais, John Bonham tocando bateria com seu filho Jason (que já assumiu a bateria do Led, em algumas ocasiões). O mais inusitado destaque foi o solo da Dazed And Confused, que tem mais de 20 (!) minutos. Vale lembrar que varias partes do filme também foram gravadas depois, em ...